Um anti-globalista em uma organização globalista?

O ex-ministro da Educação brasileiro Abraham Weintraub é o oposto de “Faça o seu melhor, esqueça o resto” – pelo menos a parte “Faça o seu melhor”. Embora ele tenha compilado uma lista de pontos controversos durante seu mandato – como insultos raciais contra a China que insultaram o público no Twitter – ele foi multado em R $ 2 mil por espancar um golpe militar e membros do coronel durante um protesto. Para chamar o tribunal de “vagabundo” – agora ele poderia deixar o gabinete com uma renda de sete dígitos.

Depois que Weintraub foi removido de seu posto e levado para os Estados Unidos em “exílio político” – possivelmente o primeiro caso em que alguém foi “exilado” apesar do apoio total do governo sentado – ele agora aguarda aprovação do oito países sobre seu novo trabalho no Banco Mundial, sua doação para um trabalho catastrófico no topo do sistema educacional brasileiro.

Apesar de sua indicação, no entanto, ele também precisa superar a oposição da associação de funcionários do Banco Mundial, que afirmou que a oferta de um emprego violava o código de ética da organização, principalmente devido às várias declarações racistas de Weintraub.

Weintraub não é uma personalidade popular nem no Brasil. De acordo com um blog conservador vinculado ao guru ideológico do presidente Bolsonaro, Olavo de Carvalho – onde Weintraub é adorado – apenas 70 cientistas de toda a comunidade acadêmica do país expressaram seu apoio ao ministro da Educação que está deixando o cargo.

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Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais de Anísio Teixeira, o Brasil possui 2,5 milhões de professores. O apoio do ex-ministro é de apenas 0,028%. Felizmente, a maior parte dos acadêmicos sabe que o chefe da educação não deve se comportar dessa maneira.

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