Tech Roundup: Universidade Brasileira envia tratamento pioneiro em queimaduras para hospitais de Beirute

Você lê O relatório brasileiros semanal tech round-up, um resumo das principais novidades em tecnologia e inovação do Brasil. Tópicos desta semana: Pesquisadores brasileiros lutando para descobrir se Covid-19 pode ser detectado na linguagem, brasileiros se recusam a seguir suas mensagens privadas e pesquisadores no Ceará usando pele de tilápia em queimaduras estão ajudando Beirute.

Cientistas do Ceará oferecem pele de tilápia para tratamento de queimaduras em Beirute

Pesquisadores da Universidade Federal do Ceará planejam uma doação

Todo o inventário de seu tratamento pioneiro de queimaduras de tilápia está definido para ajudar as vítimas desta semana explosão massiva em Beiruteque matou pelo menos 154 pessoas e feriu outras 5.000. A doação total equivaleria a quase 40.000 centímetros quadrados de pele de peixe.

Transferir. Apesar da disposição em fazer a doação, a movimentação do material é um grande desafio, afirma Edmar Maciel, do Instituto de Combustão do Instituto Doutor José Frota, de Fortaleza, e um dos idealizadores do projeto. & # 8220; É muito difícil fazer isso devido aos procedimentos alfandegários de cada país. & # 8221; ele diz o Relatório brasileiro. Esta manhã, Dr. Maciel, o projeto está em contato com o Ministério das Relações Exteriores, o Ministro da Saúde do Rio de Janeiro e o Ministro da Pesca, Jorge Seif – todas as partes buscando viabilizar a doação.

  • De acordo com o Dr. Maciel está realizando estudos de projetos em sete países – Colômbia, Argentina, Estados Unidos, Canadá, Holanda e Guatemala – mas as doações ainda são um grande desafio. Em julho, o projeto tentou doar pele de tilápia para tratar vítimas de queimaduras na explosão de um caminhão-tanque na Colômbia.

O projeto. Desde 2015, pesquisadores do UFC trabalham em um projeto renomado para tratar vítimas de queimaduras com pele de tilápia como biomaterial. Além de ser utilizada para curativos, a tecnologia também foi utilizada em feridas, operações ginecológicas e na medicina regenerativa.

Celestial. Em maio de 2019, a universidade anunciou que forneceria amostras de suas associações de biomateriais testado no espaço pela NASA. Os experimentos tiveram como objetivo descobrir como a pele do peixe se comporta sob diferentes condições de pressão atmosférica, radiação e gravidade.

Por que isso importa. Iniciativas como essas ressaltam a importância do trabalho acadêmico nas universidades públicas do Brasil. Embora a falta de recursos não seja novidade para estudantes e pesquisadores brasileiros, o setor está sob forte estresse desde a posse de Jair Bolsonaro.


A Covid-19 pode ser reconhecida por voz? Cientistas brasileiros querem descobrir

Uma equipe de pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e do Instituto de Matemática e Estatística (IME-USP) está realizando um estudo sobre o desenvolvimento de & # 8220;Spira, & # 8221; Uma ferramenta que pode usar aprendizado de máquina e inteligência artificial para detectar Covid-19 por voz. Até agora, mais de 11.000 votos foram coletados.

  • Spira significa “Sistema para detecção precoce de insuficiência respiratória por meio de análise de áudio.

Como funciona. Cientistas alimentaram um computador com vozes de pacientes e pessoas saudáveis ​​da Covid-19 e ensinaram o computador a distingui-los. O sistema então tenta encontrar padrões nos dois grupos.

  • O projeto atualmente usa dois métodos diferentes: small data e big data. Enquanto o primeiro pesquisador analisa os dados um de cada vez para criar uma hipótese baseada em observações visuais e auditivas das vozes gravadas, o segundo envolve IA e técnicas de aprendizado de máquina.
  • Um terceiro método ainda está sendo explorado porque requer um universo maior de dados – seria construir um modelo matemático baseado na linguagem, diz Marcelo Finger, um dos pesquisadores O relatório brasileiro.

Muito promissor. O Sr. Finger espera apresentar um relatório sobre os resultados dos dois métodos usados ​​até o final do ano, embora os resultados iniciais sejam promissores. & # 8220; Sabemos que é possível conseguir algo. Agora precisamos ter certeza de que o que recebemos é o que nos propomos a & # 8221; ele diz. & nbsp;

  • Embora os primeiros sinais sejam encorajadores, os primeiros resultados estão sendo examinados pelos próprios pesquisadores. & # 8220; Estamos criticando nossos resultados. Não vamos mergulhar de cabeça só porque temos um bom número. & # 8221; diz o Sr. Finger.

A motivação. & # 8220;Esta é uma doença muito estranha, pois a pessoa que fica doente não parece entender o quão doente está e de alguma forma pensa que está bem, mas de repente fica muito doente. explica Anna Sara Shafferman, professora da Universidade de São Paulo. & # 8220; Verificamos que as pessoas só chegam ao hospital em estágio muito avançado. & # 8221;

  • Enquanto isso, as salas de emergência do hospital ficaram superlotadas com pacientes com sintomas leves que não requerem necessariamente atenção imediata. Spira tentaria ajudar esses dois grupos de pacientes.
  • & # 8220; Todos estão muito preocupados e as pessoas estão em pânico com a Covid-19. Se você pudesse dizer, bem, eu posso usar este aplicativo e manter a calma e não ir para o hospital porque estou bem ou algo pelo contrário, ir para o hospital porque você está mais doente do que pensa. Isso seria muito útil. & # 8221; diz o professor.

O potencial. Se o projeto for bem-sucedido, pode ajudar a aliviar a carga sobre os serviços de saúde pública, já que apenas pessoas em estado grave são incentivadas a procurar ajuda de emergência e casos menos graves são incentivados a fazê-lo em casa ficar. A Sra. Shafferman também diz que a ferramenta pode ser usada para outras doenças, incluindo insuficiência respiratória.

  • Ele também tem o potencial de ser uma ferramenta inclusiva e democrática, pois apenas os usuários precisam fazer o download de um aplicativo para smartphone ou ligar para uma linha direta.


9 em cada 10 brasileiros não querem que suas mensagens privadas sejam seguidas

Uma nova pesquisa do Datafolha, encomendada pelo Facebook, revelou que 87% dos brasileiros são contra a ideia de monitorar suas mensagens pessoais nas redes sociais. Pela primeira vez, a pesquisa também constatou que oito em cada dez brasileiros são a favor de punição para quem financia a disseminação da desinformação.

Por que isso importa. O chamado & # 8216; Notícias falsas & # 8217; Projeto de lei aprovado no Senado no final de junho estipula que os aplicativos de mensagens monitoram os usuários & # 8217; Mantenha mensagens e registros dessas comunicações. & nbsp;

  • As informações que as empresas mantêm incluem registros de mensagens encaminhadas, incluindo usuários & # 8217; Informações de contato, a data e hora em que a mensagem foi encaminhada e o número total de usuários que receberam essas mensagens.
  • Esse foi apenas um dos muitos pontos criticados pelas organizações da sociedade civil no projeto de lei. A proposta altamente polêmica está atualmente pendente na Câmara dos Comuns.

Punição. Essa foi a primeira vez que o Datafolha pediu a sua amostra de pesquisa opiniões sobre como financiar a desinformação. Para 80% dos entrevistados, a punição é extremamente importante. A mesma pesquisa mostra que os brasileiros veem uma responsabilidade coletiva no combate às notícias falsas veiculadas pela imprensa, autoridades e governos, cidadãos, próprias empresas de mídia social, escolas, ONGs e aplicativos de mensagens privadas.

  • Mais de 70 por cento também afirmaram ter recebido conteúdo duvidoso. ou desinformação de amigos e parentes.

O quê mais? Quase 65 por cento dos entrevistados se opuseram a ter que apresentar documentos pessoais, como digitalização de identidades pessoais, para ter uma conta nas redes sociais. Isso se relaciona a outro ponto do & # 8216; Fake News Bill & # 8217; Isso exige que os usuários apresentem prova de identidade para ingressar nas redes sociais. Organizações de direitos civis da Internet consultadas por O relatório brasileiro disse que a conta & # 8220;trata todos os brasileiros como potenciais criminosos. & # 8221; & nbsp;


Nota

  • Privacidade. Nosso briefing diário hoje explicado Como a pandemia criou confusão sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. A proposta, que deve entrar em vigor neste mês, foi adiada para maio de 2021 por decreto governamental. Mas o Congresso ainda pode pesar e fazer com que o país mantenha as datas originais.
  • Fake News 1. Nesta semana, a Rede Internacional de Verificação de Fatos (ICFN) apresentou seu chatbot de notícias falsas em português. O recurso conecta usuários a especialistas para verificação de fatos. & # 8220; Por SMS & # 8216; oi & # 8217; ou & # 8216; olá & # 8217; [hello, in Portuguese] Qualquer usuário do WhatsApp que fala português pode acessar facilmente informações com qualidade comprovada sobre a pandemia pelo telefone +1 (727) 291-2606. & # 8221; explica o IFCN. No Brasil, o chatbot é operado em parceria entre o IFCN e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio).
  • Notícias falsas 2. O WhatsApp Messenger também está promovendo medidas para combater a desinformação. Conforme relatado por TecmundoO aplicativo de mensagens esta semana lançou um recurso em alguns países – incluindo o Brasil – que permite que mensagens que o aplicativo identificou como suspeitas apareçam ao lado de um ícone de lupa para encorajar os usuários a investigarem a confiabilidade do conteúdo recebido .
  • Banda larga. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgou relatório sobre os clientes nesta semana. Reclamações aos serviços de telecomunicações no primeiro semestre de 2020. Em relação ao ano anterior, o volume de reclamações diminuiu 2 por cento. Em comparação com o segundo semestre de 2019, a insatisfação aumentou quase 7%. A banda larga fixa era o maior problema dos brasileiros. Nos primeiros seis meses do ano, as reclamações aumentaram 40%.
  • Anúncios políticos. Para aumentar a transparência da publicidade política em suas plataformas, o Facebook anunciou esta semana que os usuários no Brasil agora podem escolher se querem ver anúncios políticos e eleitorais em seus feeds. Além disso, esses anúncios agora são chamados de & # 8220; pago por & # 8221; e & # 8220; Publicidade eleitoral & # 8221;
  • Picado. Vakinha, uma das maiores plataformas de crowdfunding do Brasil, teve seus usuários & # 8217; Informações vazaram esta semana sobre um hack global que teve como alvo 18 serviços em todo o mundo. Convergência Digital.

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