Rio de Janeiro quer privatizar hospitais de campanha

O governo do estado do Rio de Janeiro anunciou que privatizará os hospitais de campanha locais. A decisão refere-se à futura administração dos seis hospitais do país em construção. O Hospital de Campo do Maracanã – o único atualmente trabalhando no Rio – continuará a ser responsabilidade do governo. O plano original era criar pelo menos 1.800 novas unidades em hospitais de campanha até o final de abril. No entanto, atualmente apenas os 400 leitos hospitalares do Maracanã estão disponíveis.

A decisão foi tomada depois que uma investigação revelou um suposto programa de corrupção envolvendo o governo do governador Wilson Witzel. Seu ministro da saúde foi libertado no início deste mês depois que seu marido de direita, vice-ministro da saúde Gabriell Neves, foi preso junto com outros cinco suspeitos em conexão com a compra de 1.000 ventiladores muito caros.

Uma nova investigação da operação policial está atualmente investigando planos de corrupção para a construção de hospitais de campanha no Rio. R $ 2 milhões foram apreendidos esta semana por um grupo que supostamente trapaceou em contratos do governo para construir unidades de emergência. Após a apreensão, o próprio Sr. Witzel se tornou o alvo da investigação. Em 26 de maio, a polícia federal realizou uma operação de busca e apreensão no Palácio Laranjeiras – a residência oficial do governador.

O governo anunciou que trabalhará com o procurador-geral Marcelo Lopes para desenvolver um plano de privatização “eficiente”.

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