Pesquisadores da vacina Oxford buscam permissão para testar mais de 69 anos no Brasil

Pesquisadores que lideram os testes de Fase 3 da vacina prospectiva Covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca, aguardam o sinal verde da Agência Nacional de Inspeção Sanitária (Anvisa) para passar à próxima fase de seus testes iniciar pacientes com mais de 69 anos.

A equipe de ensaio clínico está confiante e espera resultados positivos mostrando a eficácia da vacina até o final do ano. Quase 4.000 voluntários já foram vacinados no Brasil, e os testes agora estão indo para a faixa de 69 anos ou mais, que os pesquisadores esperam começar na próxima semana.


Precisa de mais agulhas para vacinas futuras

Enquanto isso, o Ministério da Saúde anunciou a compra de 120 milhões de seringas e agulhas para sua futura campanha de vacinação contra Covid-19. Oitenta milhões virão de fabricantes brasileiros, o restante virá do exterior.

Pesquisadores da vacina Oxford buscam permissão para testar mais de 69 anos no Brasil
Pesquisadores da vacina Oxford buscam permissão para testar mais de 69 anos no Brasil

No entanto, o Brasil tem uma população de cerca de 210 milhões, o que significa que o pedido do Ministério da Saúde está bem aquém das necessidades do país. No mês passado, países como Estados Unidos, Reino Unido e Canadá garantiram seringas suficientes para vacinar toda a sua população.

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