O programa federal de economia de emprego não salvará tantos empregos

O programa federal brasileiro de empréstimos corporativos foi visto como um fracasso. Para atrair mais empresas para participar da iniciativa, o governo estenderá o programa por mais dois meses e removerá alguns dos requisitos, ou seja, a obrigação de as empresas manterem todos os seus empregos.

Agora as empresas podem acessar empréstimos e ainda demitir até 50% de sua força de trabalho. O limite anual de vendas para participação no programa foi aumentado de R $ 10 milhões para R $ 50 milhões (US $ 9,4 milhões).

85% dos empréstimos para programas de emergência são cobertos por bancos estaduais, com instituições privadas fornecendo 15% dos empréstimos. As taxas de juros anuais são de 3,75%, com um período de carência de seis meses até o primeiro pagamento.

Ao anunciar as alterações propostas ao Congresso, o presidente do banco central Roberto Campos Neto disse que as empresas que tiveram que demitir trabalhadores já o fizeram – e o objetivo agora é salvar essas empresas da falência.

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