O Articulador – 5º Episódio| Tensão na Prefeitura

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Naquele ambiente tenso que estava a sala do prefeito da cidade, encontrava o próprio com uma arma apontada para sua cabeça.

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[Davi] Qualquer outro movimento e o senhor não sai dessa sala vivo! – grita apontando a arma para Palhares.

[Jack] Desesperado, interrompe gritando: – Você tá louco?! Abaixa essa arma!

[Davi] Fica na sua se não vai antes dele.

[Prefeito Kaíque Palhares] Dead!

O grito de Jack foi suficiente para que João Luiz, que estava passando na rua naquele momento e se surpreendesse com a alta discussão, ouvisse tudo. João não perdeu tempo e correu na delegacia.

O delegado da cidade, sr. Mateus Marone estava tirando um cochilo – havia muito tempo que ele não tinha problemas a resolver!

[João] Mesmo vendo que o delegado estava em um sono profundo debruçado sobre a mesa, João vai logo falando: – Delegado, delegado… Oh delegado!

[Delegado] Sonolento e acordado sob gritos, delegado Mateus levanta sem rumo:- Não fui eu! Não fui eu!

[João] Deixe de sonhar, homem! Não é nada disso!

[Delegado] Tem que ser algo muito importante por você ter me tirado da soneca da tarde, hein rapaz!

[João] E é importante sim! O prefeito…

[Delegado] O prefeito?… O que tem o prefeito?

[João] Ele está sendo ameaçado pelo Davi, aquele assessor dele! Corre que uma hora dessas nem sei se ele ainda está vivo!

[Delegado] Oras, o que estamos esperando aqui ainda? Vamos, entre na viatura, ande!! Felipe Moura e Tempestade, venham vocês também! – chamando os dois guardas da delegacia.

Havia muito tempo que não se via a sirene ligada naquela cidade. Aquele dia então foi o bastante para que toda a cidade prestasse atenção nas luzes acessas das viaturas da polícia correndo em direção à prefeitura!

Não demorou muito pra que o delegado e João chegassem à prefeitura. Aliás, a delegacia e a Prefeitura ficava apenas a dois quarteirões de distância.

[Delegado] Parem todos! O que está acontecendo aqui? Berrou o delegado em direção ao segundo andar do prédio da delegacia, onde estavam o Jack e o Davi apontando a arma ao prefeito.

Davi logo saiu na janela e retrucou:- Mas o que é isso aqui?

[Delegado] Oras… Eu é que deveria perguntar, né?! Solte essa arma, rapaz!

[Davi] Não, não solto! E se reclamar atiro já… (Davi levanta a arma e, da janela, atira para os céus).

Aos poucos foram surgindo ainda mais curiosos. Dentre esses, Dr. Guilherme, Magnus, Douglas Cruz, Abobrinha, Guilherme com sua avó, dona Coralina, Teteu, Danilo e todos os demais.

[Delegado] Olha, faz o seguinte, solte essa arma, libere o prefeito e quem mais estiver com você e nada faremos contigo. Vamos… Pense bem!

[Davi] E como eu posso confiar no que está dizendo?

[Delegado] Escute, eu vou lhe dizer uma coisa…

Mal percebeu Davi, que enquanto o delegado Douglas lhe prendia a atenção, o policial Tempestade Noturna, o qual era seu apelido no distrito, com o outro policial Felipe o dando cobertura.

A porta da sala do prefeito estava escancarada, o que ajudou os guardas a se adentrarem e pegarem de surpresa o ameaçador.

[Jack] Não percebendo a movimentação e entrada dos policiais à sala, Jack, que estava atrás de Davi e do prefeito, se assustou quando viu a entrada silenciosa deles e disse: – Ei!! O que estão fazendo?! – assustou-se Jack após um pulo.

[Felipe] Xiu! – Disse o policial fazendo careta ao Jack

Davi, claro, percebeu os ruídos e olhou para trás.

As pessoas atentas do lado de fora ouviram um tiro em alto e bom som. Será que alguém tinha morrido? Aliás, quem atirou?

Se você perdeu os episódios anteriores, confira!

Escrita por S. Rosa, Danilo Marroni, Magnus.

Trilha sonora: S. Rosa e Magnus

Imagens e edição de vídeos: S. Rosa

Colaboração: Equipe Recreio

Gracias!