Nos hospitais, o medicamento necessário para a intubação está se esgotando

Após a falta de unidades de terapia intensiva, os hospitais brasileiros enfrentam um novo desafio: segundo o jornal O Estado de S.Paulo, eles rapidamente ficam sem sedativos e relaxantes musculares usados ​​para intubar pacientes de alto risco que precisam de ventiladores mecânicos.

Especialistas dizem que isso se deve em grande parte ao aumento da demanda por esses medicamentos, que requerem administração a longo prazo e aos altos custos associados à expansão da oferta. No geral, a demanda por esse tipo de medicamento aumentou 700% no país desde o início da pandemia. Em pelo menos dois estados – Rio de Janeiro e Amapá – existem estudos para determinar se as pessoas morreram por falta desses medicamentos. Nos hospitais do Rio, a falta de medicamentos pode ter matado pelo menos sete pacientes.

Em 14 de maio, o Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde (Conass) pediu ao governo assistência na expansão da venda de medicamentos – mas não recebeu resposta. Outro pedido foi feito em 29 de maio. Atualmente, as administrações locais são responsáveis ​​por uma grande proporção dessas compras.

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