Ministro da Saúde defende triagem médica para distância social

Em entrevista à CNN Brasil, o ministro interino da saúde, Eduardo Pazuello, defendeu as medidas de triagem médica como mais eficazes do que os protocolos globais de isolamento social usados ​​na luta contra o Covid-19.

Pazuello também sugeriu mudar o Departamento de Saúde de discutir o isolamento para promover o aumento da triagem médica em todo o país. “O que é mais importante do que a discussão sobre isso [appropriate] O grau de isolamento, ou se haverá isolamento ou não, é a necessidade de exames médicos ”, disse Pazuello à CNN Brasil, observando que não há 100% de isolamento.


Segundo o ministro da Saúde, um general do Exército sem experiência médica, as medidas de distanciamento social são deixadas aos governadores e prefeitos, indicando que o ministério não emitirá nenhuma orientação ou recomendação sobre distanciamento social em um futuro próximo. A triagem médica inclui controles de temperatura, pressão arterial e oxigênio – e um exame médico, se necessário. Não está claro se o Brasil pode implementar tal abordagem.

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O ministro interino também informou sobre as vacinas fabricadas em São Paulo e Minas Gerais. Espera-se que ambos sejam concluídos em meados de 2021. Atualmente, o Brasil está colaborando com a Universidade em estudos sobre dois dos mais promissores desenvolvimentos de vacinas da Oxford e da chinesa Sinovac Biotec. O Brasil é considerado um local de teste ideal, pois a curva de infecção ainda está aumentando.

A porta giratória do Ministério da Saúde

Pazuello não espera ser o chefe do Ministério da Saúde por muito tempo. Ele indicou uma possível saída na próxima semana com a seleção do presidente Jair Bolsonaro de um novo Ministro da Saúde – este seria o quarto na pior pandemia da história brasileira. Pazuello assumiu o ministério em 16 de maio, depois que o oncologista Nelson Teich renunciou ao ministério por disputas sobre o tratamento da pandemia por Bolsonaro. Ao contrário de seus antecessores, no entanto, Pazuello não tinha experiência no setor de saúde, o que levantou questões sobre suas qualificações e sua subsequente ocupação do ministério com oficiais militares.

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