Fazenda de animais do Brasil

Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro foi picado por uma ema – um grande pássaro parecido com avestruz – quando tentou alimentar o animal no jardim do Palácio Presidencial, na capital Brasília. Aparentemente, o incidente se tornou viral e as hordas de mídia social zombaram do presidente. Bolsonaro está infectado com o Covid-19 desde segunda-feira passada. Felizmente, a doença não prejudica os pássaros, o que significa que a ema está indo bem.

A semana no Brasil foi bem “animalesca”. Além do ataque às aves, um estudante de veterinária na capital foi mordido por uma cobra, o que levou a uma investigação séria sobre o comércio de animais, que está por trás do contrabando de drogas e armas, negócios criminosos lucrativos em todo o mundo.

Ambos os casos foram comparados ao famoso romance de George Orwell, de 1945, Animal Farm, que é traduzido como “A Revolução dos Animais” no Brasil. Alguns piadistas da mídia social sugeriram que os animais rebeldes estão tentando derrubar o governo nas eleições de 2022.

E no mês passado, a primeira-dama Michelle Bolsonaro “adotou” um cão pastor Maremmano Abruzzese e o nomeou Augusto Bolsonaro. O frenesi da mídia social em torno desse novo filhote levou à identificação do proprietário real do cachorro – descobriu-se que a sra. Bolsonaro não havia adotado o animal. No final, Augusto ficou com a Primeira Família por apenas 12 dias, mais do que alguns dos ministros de Bolsonaro permaneceram no cargo.

Fazenda de animais do BrasilFazenda de animais do Brasil
  • Vá mais fundo: Uma viagem ao mercado negro Amazon Jaguar
  • E: Ministro do meio ambiente brasileiro nega desmatamento “encorajador” sob fogo

O posto da fazenda de animais do Brasil apareceu pela primeira vez no relatório brasileiro.