Fãs podem se tornar “bens confiscados” no Brasil

Em outra controvérsia em torno dos dispositivos médicos necessários para combater o Covid-19, a Receita Federal do Brasil disse que o estado do Maranhão deve perder 107 ventiladores. Em abril, o governador do estado, Flávio Dino, reuniu uma operação semelhante a um ataque para levar esses equipamentos ao Maranhão e impedir que fossem confiscados por compradores dos EUA, Alemanha – ou mesmo do governo brasileiro.

É improvável que o site financeiro do Brazil Journal, que teve acesso à decisão do auditor tributário, remova os ventiladores dos hospitais onde são usados ​​atualmente. Atualmente, não está claro se o caso é outro exemplo de superação burocrática no Brasil – ou se a autoridade tributária foi usada para o sucesso político. O governador do Maranhão é um esperançoso presidente de esquerda e tem sido frequentemente atacado pelo presidente Jair Bolsonaro.

O resultado mostra como procedimentos simples na administração pública brasileira se tornaram brigas de facas. No entanto, em um país com altos níveis de corrupção, o sistema é propenso a abusos sem protocolos claros.

Atualmente, existem estudos em pelo menos quatro estados a respeito de possíveis preços excessivos na compra de dispositivos médicos, de acordo com o Covid-19. Em São Paulo, por exemplo, um dos problemas é justamente a falta de um concurso público para a compra de ventiladores, a maioria dos quais ainda não foram entregues.

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