Economistas prevêem um declínio de 13% no PIB no segundo semestre de 2020

Depois que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística anunciou no início desta sexta-feira que o PIB brasileiro caiu 1,5% no primeiro trimestre de 2020, economistas de instituições públicas e privadas do jornal Folha de S.Paulo garantiram que a economia brasileira já havia “Sem fôlego” deve estar “durante esse período. No entanto, os números reais são mais alarmantes do que as projeções anteriores.

Os principais efeitos da pandemia ainda estão pendentes para os seis economistas consultados, que trabalham para algumas das maiores instituições financeiras do país. Enquanto o Itaú Unibanco espera que o PIB caia 10,6% no segundo semestre de 2020, o Goldman Sachs e o Banco ABC prevêem uma queda de 12,9% e 12%, respectivamente.

Os economistas apontam a falta de bloqueio antecipado como a principal razão do impacto tardio na economia. “Embora a economia não estivesse indo bem em janeiro e fevereiro, não veríamos um declínio no PIB sem a quarentena”, disse Luana Miranda, pesquisadora do instituto econômico brasileiro da Fundação Getúlio Vargas. Segundo ela, o país não deve esperar um cenário econômico antes do vírus corona antes de 2022.

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