Economista propõe uma nova abordagem para sub-relatórios

O uso de “mortes excessivas” em comparação com anos anteriores para estimar números precisos do Covid 19 pode estar fadado ao fracasso no Brasil, de acordo com pesquisa do economista Thomas Fujiwara, professor associado de economia da Universidade de Princeton. De acordo com Fujiwara, estatísticas importantes de dados “não são criadas para análise em tempo real”, e os pesquisadores devem confiar nos dados dos cartórios brasileiros para avaliar a enorme subnotificação de Covid-19 no país. Como esse método é um pouco novo, o pesquisador sugere que a coleta de dados se concentre nos números dos municípios, uma vez que esses geralmente são mais detalhados.

A primeira análise do Sr. Fujiwara das 17 cidades mais populosas do Brasil também revelou características específicas. Em lugares como São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus e Fortaleza, as “mortes excessivas” são quase o dobro das figuras oficiais. Nas cidades do sul de Porto Alegre e Curitiba, as mortes quase não mudaram em comparação aos anos anteriores.

Na região nordeste, Fujiwara observou que os notários também podem ter dificuldades com a subnotificação. Belo Horizonte e Brasília não tiveram seus dados analisados ​​porque, segundo o economista, “tinham muitos problemas para serem confiáveis”.

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