Desemprego no Brasil aumenta com redução do isolamento

Em abril, nosso podcast “Brasil explicativo” discutiu os riscos de um “apocalipse do emprego” no Brasil. Embora haja dados para apoiar esta análise – mais da metade dos trabalhadores brasileiros estavam desempregados em junho – o impacto total da crise do coronavírus no mercado de trabalho não será sentido até os próximos meses, já que os brasileiros continuam trabalhando por conta própria em massa preso e novos empregos a serem perseguidos.

Dados do desemprego

Considere apenas as pessoas que estão ativamente procurando um emprego. E devido a preocupações com a saúde e uma economia deprimida, milhões de desempregados nem se deram ao trabalho de procurar uma posição que – com toda a probabilidade – nem existiria. Agora que as curvas do coronavírus no Brasil parecem mostrar uma desaceleração na disseminação da doença, o cenário mudou. Somente entre julho e agosto, 1,3 milhão de pessoas estavam empregadas e a taxa de desemprego subiu para 13,6%.

Em comparação com maio – quando as restrições à quarentena foram mais severas – o número de trabalhadores desempregados aumentou quase 28%.

Desemprego no Brasil aumenta com redução do isolamento
Desemprego no Brasil aumenta com redução do isolamento


Enquanto isso, apenas um quinto da população brasileira (42,5 milhões de pessoas) ficou em casa no mês passado. Esta é a edição de agosto da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios & # 8211; Covid-19 publicado pela agência oficial de estatísticas do Brasil, IBGE. Em julho, 49,1 milhões estavam isolados.

Brasil & # 8217; s trabalhadores informais foram os mais afetados pela pandemia, já que a economia pessoal esteve praticamente fechada por quase três meses. Vendedores ambulantes e autônomos perderam a maior parte de sua renda da noite para o dia.

Além disso, uma pesquisa da agência de informação de crédito Boa Vista SCPC mostra que os pedidos de falência estão sendo feitos saltou 71 por cento em junho de 2020 em comparação com o mesmo período do ano passado. E os tribunais são prepare-se para uma onda ainda maior de empresas que vão falir.

Principais conclusões da última pesquisa de desemprego no Brasil

  • Isolamento. Menos de 8% dos brasileiros com ensino superior se isolaram em agosto – uma taxa que sobe para 35% daqueles com menor nível de educação. Isso pode ser explicado pelo fato de que a maioria dos cortes de empregos nos últimos meses afetou os menos qualificados – enquanto as pessoas em cargos mais altos voltaram ao seu fluxo normal de trabalho.
  • Informalidade. Aos poucos reaparecem as feiras livres e à medida que a maior parte da atividade econômica é retomada, trabalhadores informais Talvez seja menos difícil ganhar a vida do que antes. & # 8220; Os empregos informais são os primeiros a serem cortados – mas também os primeiros a se recuperar. & # 8221; disse o vice-diretor do IBGE, Cimar Azeredo, ao divulgar os dados.
  • Gênero. As mulheres representam 51% dos brasileiros em idade produtiva. Em agosto, entretanto, eles representavam apenas 41% da força de trabalho e 43% da força de trabalho total (ou seja, quando os empregos informais também são incluídos). As mulheres também representam mais de um terço dos trabalhadores informais no Brasil.
  • Corre. Cinquenta e nove por cento dos trabalhadores informais brasileiros são negros ou multirraciais, embora esses grupos representem 55 por cento da população total. Como mostramos, os empregos informais são geralmente mais precárioe oferecem aos trabalhadores pouca ou nenhuma proteção social e direitos trabalhistas, ao mesmo tempo em que pagam salários mais baixos. Os estados com altos índices de desenvolvimento humano apresentam taxas de informalidade consistentemente baixas.

Leia a história completa AGORA!

Comece seu teste de 7 dias

cadastro

Inscrever-se para