Ainda não é o fim.

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Os animais, especialmente os pets, ocupam um espaço cada vez maior na vida das pessoas, tornam-se amigos, confidentes e até membros da família para alguns. O mercado voltado para os cuidados com estes animais estão em plena ascensão, são Buffets, salões de beleza, roupinhas, lacinhos, joias entre outros luxos e novidades. Não é raro vermos pessoas demonstrando amor ou ostentando o luxo que dão aos seus respectivos pets.

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Ainda não é o fim.Ainda não é o fim.

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Infelizmente, também existe aqueles possuem animais de estimação, porém, não cuidam da forma adequada, maltratam e finalmente os abandonam a própria sorte.

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O vídeo acima, mostrado no programa Encrenca deste domingo (10/09/2017), apresenta uma cadelinha sem esperança de recuperação devido aos ferimentos. Pelas imagens, nota-se que suas feridas, além de causar sofrimento e desconforto, causam repulsa, não é algo agradável de se ver e muito menos tocar. Seu estado afasta aproximações e os afagos que certamente receberia se estivesse saudável como foi em algum momento anterior a este. Agora, sem ao menos poder alimentar-se por falta dos dentes, sem andar, sem os pelos, o que poderia esperar além do fim?

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Acredito que, o animal estava tão ferido que só esperava a morte, parecia tudo acabado. A morte, nesta situação, seria um alívio para sua dor, aparentemente não havia esperança. Até que, apareceu alguém enviado por Deus, cheio de persistência, amor, dedicação, e, o animal teve uma nova chance, renasceu quando tudo parecia perdido.

Vale ressaltar que a cadelinha estava tão machucada que no primeiro momento sente medo da ajuda inesperada, as feridas acabaram se tornando um escudo, uma aparente proteção natural. Geralmente as maldades explicitas recebem tanta atenção, enquanto a bondade silenciosa, sem holofotes, que ainda existe no coração de muitos, é ignorada ou assusta quando acontece. Talvez por isso, ela sentiu medo.

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O exemplo é uma cadelinha, mas, poderia ser aplicada a nós, seres humanos, também. Muitas vezes, algumas pessoas se sentem menor que um animal e mais insignificante que um lixo, não na aparência, mas no coração e na alma… abandonados, sozinhos, com uma tristeza que não tem fim, porque por algum motivo sua alegria foi roubada.

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No entanto, coisas simples podem nos ensinar grandes lições, mostrando que viver vale a pena, e, que apesar de tantas coisas ruins ao redor, surpresas boas acontecem. A cada novo dia, há uma nova chance de ser feliz, por isso não devemos deixar a fé e a esperança que existe dentro de nós, morrer diante dos obstáculos que surgem no caminho. Ainda não é o fim da nossa trajetória.

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“Um gesto,
aparentemente simples,
pode significar muito”.

J.C./S.R.