A polícia federal tem como alvo a corrupção no Covid-19 no Pará

Helder Barbalho, governador do estado do Pará, no norte do Brasil, é um dos alvos de uma operação da polícia federal para investigar planos de corrupção para obter dinheiro com iniciativas de combate ao vírus da coroa. Suspeita-se que Barbalho tenha se beneficiado da compra fraudulenta de aparelhos de respiração muito caros.

A polícia emitiu ordens de busca e confisco em 23 endereços, incluindo a sede do governo em Belém. O Supremo Tribunal, responsável pela aplicação da lei dos governadores, decidiu congelar R $ 25 milhões (US $ 5 milhões) nas propriedades de Barbalho.

Ele é o segundo governador que o governo tem como alvo para estudos sobre o vírus corona. Em maio, o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, era suspeito de receber contratempos de empreiteiros contratados para construir hospitais de campo e lavar fundos de corrupção do escritório de advocacia de sua esposa. Ambos os governadores são rivais políticos do presidente Jair Bolsonaro – uma disputa exacerbada por disputas por medidas de isolamento social.

Witzel acusou Bolsonaro de participar de “ataques políticos” contra críticos. Enquanto isso, a congressista Carla Zambelli, que é próxima do presidente, “previu” que Witzel e Barbalho seriam alvos do Fed.

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Zambelli conversou com a CNN Brasil sobre se tinha informações privilegiadas sobre uma operação que deveria ser secreta e respondeu que não. Ela baseou sua presunção correta na referência a informações públicas e na desconfiança de alguns governadores. Entre os números que ela mencionou estavam os governadores de esquerda e o Sr. Barbalho, o objetivo de hoje.

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