A fraude on-line dispara durante a pandemia do Covid 19

Com milhões de pessoas presas em casa devido à pandemia do Covid-19, houve um novo aumento nas transações on-line, acompanhado por uma disseminação semelhante de ataques on-line de fraude e phishing.

Segundo a associação bancária brasileira (Febraban), os ataques de phishing, o uso de e-mails ou links para roubar dados pessoais aumentaram em 70% em comparação com a pré-pandemia. A fraude on-line também aumentou surpreendentemente por meio de chamadas ou mensagens sobre tópicos como Covid-19 ou o salário de emergência do governo federal.

Os golpes mais populares incluem: 39% usavam a palavra “Covid-19”, 36% tinham “salário” e 33% mencionavam o Bundesbank Caixa, segundo a empresa Refinaria de Dados.

Como resultado, a Data Refinery indica que a pesquisa da Dark Web por informações de contas bancárias pessoais brasileiras aumentou 108% entre 20 de março e 18 de maio. Pesquisas regulares aumentaram de 9 milhões durante o período pré-pandêmico para 19,2 milhões durante a pandemia.

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Normalmente, a pessoa que tenta roubar informações pessoais através da fraude não é a pessoa que usa as informações pessoais roubadas. Comprar informações pessoais é uma transação típica na Dark Web. O aumento nos golpes virtuais reativou mais de 250 mercados de dados da Web obscura e inativos. O rastreamento de tentativas de phishing e fraude se tornou ainda mais difícil.

Segundo Daniel Marchetti, da Associação Brasileira de Cartões de Crédito, segundo o jornal O Estado de São Paulo, a rápida migração de brasileiros para gastos on-line durante a pandemia os tornou mais vulneráveis ​​a fraudes que pedem informações pessoais ou transferências de dinheiro. A boa notícia, no entanto, é que essa nova realidade fará com que as empresas e instituições de fomento aprimorem seus esforços de segurança e comunicação para proteger os clientes contra fraudes virtuais.

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