Déjà Vu (Capítulo final)

I

Adam havia passado um bom tempo estudando seu inimigo, aprendendo suas artimanhas seus costumes. Naquela altura, não havia como algo dar errado. Era hora de atacar. Pensou.

Pelo visto se enganara. Meses a fio de planejamento haviam sido praticamente em vão. Adam subestimou a capacidade do inimigo. Alguma coisa sobre o inefável Magnus O’Donnell, outrora chamado de Alexandre Murphy, havia escapado de seu campo de visão, um artifício que o permitiu escapar das cordas que o prendia.

“Mas como? Como?” Ele se lembrava muito bem que havia revistado Magnus e não havia encontrado nada que pudesse ajudá-lo a escapar. Ou, em outra hipótese, desconsiderara uma vez a astúcia de Magnus e que este pudesse, por precaução, ter reservado um lugar onde poucos imaginariam que fosse possível para esconder algo. Nas botas, talvez? Magnus também não detinha o privilégio de confiar totalmente em ninguém. Um certo distanciamento de todos era sempre bem-vindo e, talvez, fora tal precaução que evitou que ele se livrasse sempre de todos seus apetrechos, ou contasse a todos, sobre todas as suas manhas.

De qualquer forma, ele teria que ser muito bom em contorcionismo, ainda mais na situação que se encontrava, para poder alcançar qualquer coisa escondida em suas botas. Mas, na hora do desespero, de tudo somos capazes, o próprio Adam já havia testemunhado isso uma vez quando integrou a organização criminosa de Magnus O’Donnell e foi pego por um de seus inimigos. Não se pode esquecer também, que ele, Magnus, fora, outrora, um talentoso animador de circo. Poderia, portanto, conhecer alguns truques de ilusão.

Essas foram algumas reflexões de Adam sobre a possível fuga de Magnus.

II

Naquela noite, ele não conseguia dormir e passou a noite em posição de sentinela. Sentado em uma poltrona posicionada de frente para a porta da sala e com as luzes apagadas seria mais fácil se proteger, uma vez que as portas e janelas de sua casa eram envidraçadas e, assim, a visão que o inimigo teria lá de fora poderia favorecê-lo em um ataque surpresa.

Difícil ou não Magnus chegar até ali de repente, o melhor era prevenir.

Ao menor ruído colocava-se imediatamente em estado de alerta máximo.

No outro dia, o sol ainda não raiara quando voltou às dependências do Pine Park Hotel em busca de respostas se havia possibilidade de estar certo sobre a impressão que teve.

O portão de grades da frente estava entreaberto. A movimentação da noite anterior cessara quase que completamente, deixando para trás apenas seus sinais impressos na grama.

Não se via mais ninguém por ali, com exceção de um cão que se punha a examinar os escombros, de onde ainda emanava um pouco de fumaça. Uma faixa de isolamento deixada pelos policiais cercava o local.

Ele iniciou então sua busca.

Não encontrou nada na parte frontal do bar destruído. Do lado esquerdo também não. Verificou onde teria visto o suposto mendigo na noite anterior. E finalmente resolveu fazer uma busca em volta do lago. Nada.

Já se passara quase uma hora sua busca e nada encontrara. Pelo fato da grama estar pisoteada, seria muita sorte encontrar algum sinal que merecesse sua atenção. Não poderia saber se alguém além dele saiu do estabelecimento antes dele explodir, pois o local havia sido muito alterado.

Estava tão concentrado em sua missão e absorto em suas conjecturas que perdera a noção do risco que corria ali sozinho.

Estava agachado quando se deu conta de que uma sombra com a silhueta perfeita de um homem roçava seu calcanhar. Ele não perdeu tempo, engatilhou a arma que levou consigo e, se levando, virou-se o mais depressa possível em direção ao seu companheiro recém chegado.

Foi por muito pouco que não atirou no chefe de polícia.

O lago – onde Adam estava agora – ficava a uma boa distância da entrada principal, tanto que ele não pode ouvir o carro da polícia se aproximar e estacionar próximo ao portão.

Os guardas também sacaram suas armas e o ameaçaram.

– Está tudo bem – disse o chefe de polícia, identificado como Alisson S.B. – Podem abaixar as armas.

Ainda assustado e vacilante, Adam responde:

– Desculpem, pensei que fosse outra pessoa. – disse abaixando a arma. – Sabe como é, a cidade anda nos deixando assustados.

– Entendo. Lembro que você esteva aqui na noite passada. Mas o que lhe trouxe aqui de volta, não viu a faixa de interdição? Não sabe que isso pode prejudicar as investigações, que mal foram concluídas? Temos que preservar o local.

– Preservar o local? – Adam riu.

– Sim. – Disse Alisson S.B olhando em volta. – Err… bem.. entenda, temos que fazer o possível.

Ouve uma breve pausa

– Mas você ainda não me respondeu o que está fazendo aqui.

– Eu vim tentar encontrar um objeto que considero de grande valor sentimental. Eu o perdi aqui na noite passada. O senhor conhece minha história, não conhece? Gostaria de recuperar esse objeto, é a única lembrança que tenho da minha família.

– Por acaso é isso aqui? – Um guarda interrompeu os dois de repente.

Um pouco aterrorizado, ele responde.

– Sim, por acaso é isso. – disse fixado no objeto de prata que pertencera a Magnus. Ele tinha uma corujinha entalhada atrás. – Onde encontrou?

– Ali, na saída para a vegetação.

O relógio de bolso de Magnus que Adam se lembrava muito bem de ter deixado sobre a mesa. Mas, quando voltou ao salão do bar, pois havia saído dali por alguns instantes, a mesa estava tombada e havia uma garrafa quebrada ao lado do vilão. Não se lembrava do relógio. Mas, de qualquer forma, era estranho demais ele estar ali intacto. Alguém mais que saiu dali o pegou e na fuga acabou o perdendo novamente.

– Ainda vão precisar de mim? – Perguntou Adam.

– Não, pode ir.

– O inspetor já não deveria estar aqui? – Pergunto um soldado.

– O inspetor só acorda mais tarde – disse o chefe de polícia.

As vozes deles iam se extinguindo a medida que Adam se distanciava.

Felizmente, o chefe de polícia acreditou fácil (até demais) na versão que ele contou do que viera fazer ali. E saiu levando o relógio de bolso.

Já em seu carro, pôs a mão no bolso para pegar o relógio e transferi-lo para o porta-luvas. Sentiu um corte em sua mão e uma pequena lamina arredondada perpassou o tecido de sua roupa de modo que fez um pequeno furo no seu bolso. O botão acabou sendo pressionado sem querer e exibindo a laminazinha de pressão.

III

Muito estranha essa série de incidentes envolvendo o ‘Pine Park House’. Ontem, um incêndio,  fez pelo menos cinco vítimas fatais , entre elas o empresário Alexandre Murphy. O acontecimento sucede a morte misteriosa que uma funcionária atribuiu ao prefeito. Não se surpreendam se o laudo mostrar que o incêndio também foi criminoso. – Jornal “O Furo”.

– Francamente! Esse pessoal do Jornal “O Furo” parece não ter limites.  Olha para essa matéria deles tentando me atingir? – Disse o prefeito jogando ferozmente o noticiário sobre a mesa e se recostando em sua cadeira. – Tem sorte de ser um jornal de edição municipal, ainda mais nos tempos em que vivemos.

– Já disse que o senhor é liberal demais com a imprensa. Deveria ter uma posição mais rígida em relação à mídia. – Disse seu assessor de gabinete.

– Para eles se fazerem de vítimas e sucintar mais ainda desconfiança na população e tentar jogá-la contra mim? Não pretendo armar esse jornal mais ainda. Além do mais, sou inteiramente a favor da liberdade de expressão.

– Bom… senhor, creio que tentar jogar a população contra o senhor eles já tentam. – Disse o assessor de forma respeitosa.

– Você não entende o que quero dizer, Diego, isso vai muito além das pequenas intrigas que essa gente já tentou – sem sucesso até hoje – colocar em meu nome. Deixe que falem, ou você se lembra de alguma vez alguém terem dado créditos ao que “O Furo” diz?

– Acredito que muitos compram.

– Pouca coisa. O jornal não para contrair dívidas. Logo vão à falência.

Foi nesse momento que os dois foram surpreendidos pela a chegada brusca de Adam. Ele mostrava-se um tanto sobressaltado. Tão logo, o prefeito notara que era importante.

– Diego, acho que não vou mais precisar de você por hoje.

Douglas Underhood acompanhou seu assessor até a porta e girou a chave assim que a fechou.

Adam relatou tudo o que havia testemunhado, desde o momento que estava deixando na Pine Park House na última noite até sua volta à pousada naquela manhã e falou sobre a possibilidade de Magnus ter sobrevivido mais uma vez.

– Mas como ele poderia ter escapado?

– Com isso. – disse ele mostrando o relógio ao prefeito Douglas.

– Precisamos falar com o inspetor e pedir ajuda a ele.

– Falar com inspetor? O senhor não pode estar falando sério!

– Deixe que eu penso em tudo. Não vou me envolver em nada muito arriscado ou que nos desloque do caminho da lei. Seu último plano poderia ter nos matado e no final ainda tive que me envolver naquela mentira por consideração a você e por que compreendi o que o levou a tudo isso.

– Ele não seria tolo de provocar uma chacina ali em uma única noite. Assassinou a sangue frio aquela senhora por que ela se descontrolou, mas não teria passado disso. Ele preferiria ter feito tudo silenciosamente, sem chamar atenção para si e complicar sua vida.

– Eu tenho minhas dúvidas. Desta vez será o mais dentro da lei possível – insistiu o prefeito Douglas – confie em mim quando digo que há uma chance do inspetor Mateus Maroni passar para o nosso lado quando contarmos a ele que Magnus voltou e está atrás dele e explicarmos tudo, ou ainda, sobre sua chance de desvendar um grande mistério fácil e elevar seu nome.

IV

– Mas eram tão parecidos, até na forma de agir. Eu o vi sair da pensão naquele fatídico dia e, então, o persegui. – Disse Mateus.

– Acho que naquele dia as tenções foram tão fortes que nem vocês, profissionais, se deram conta de uma cicatriz que o Magnus mencionou ter ganhado quando se feriu no atentado ao circo.

– Pelo que me contam, ele assassinou a esposa daquele funcionário a sangue frio, além do próprio… Vamos ter que fazer uma busca. – disse o inspetor.

– É possível que aquela ex-funcionária esteja envolvida na tentativa de conspiração contra o perfeito. Eu faria uma busca na casa dela se eu fosse vocês. – Disse Adam.

– E então, alguma sugestão para pormos um fim às cruéis ações de Magnus de uma vez por todas? – Douglas perguntou.

– Eu tenho uma ideia. Entretanto, não creio que não envolva riscos. Mas…para onde ele poderia estar indo? – Inquiriu pensativo o inspetor.

– Tenho um palpite. – Intuiu o prefeito.

V

Isla não esperava visitas naquele dia – aliás, visitas era o que ela menos recebia para tão de repente ser perturbada com batidas em sua porta. “Quem poderia ser?”, pensou. Ela não perdeu tempo e foi rapidamente abrir.

– A senhora é a srta. Isla?

– Sim, sou eu. – Respondeu.

Ela estava surpresa, e não era para menos. É provável que até já soubesse o que viria a seguir.

– Eu sou o chefe de polícia Alisson S.B e convido a senhora a nos acompanhar até a delegacia. – disse.  Em seguida acrescentou. – A senhora é denunciada por conspirar contra o prefeito e por participação no assassinato do funcionário do hotel.

Ela se afastou fazendo menção de tentar fugir.

– Deve estar havendo algum engano.

– Receio que não haja engano algum. A senhora pode nos acompanhar pacificamente ou… podemos fazer do modo difícil – disse mostrando as algemas.

Ela preferiu a primeira opção.

Fazendo ali uma varredura, a polícia encontrou alguns objetos brilhantes e particularmente valiosos, coisa que a polícia deduziu que não daria para serem comprados nem com uma vida inteira do salário que ela recebia pelas funções que exercia no hotel.

VI

 Já estava entardecendo quando Adam chega em sua casa. Não demorou e ouviu os passos que vinham da cozinha, era como se alguém já o esperasse.

– Acredito que pensou que não me veria de novo por tão cedo. – disse Magnus. – Desculpe chegar assim e já ir entrando, é que acredito termos contar a acertar. Coisa que gostaria de fazer o quanto antes. – Disse Magnus mostrando uma pistola semiautomática.

– Ora se não é o grande Magnus. Devo confessar que não esperava mesmo rever a estimada figura por tão cedo. – Disse Adam. – Aceitaria alguma bebida? – disse indo em direção à adega. – Wisky, talvez?

– Bom, para ser sincero aceito sim e, pensando bem, não há por que ter pressa. – disse se sentando em uma poltrona por ali. – Mas devo alertar para que não faça nem um movimento suspeito. Está carregada, eu garanto que está.

Enquanto Adam servia, Magnus continuava falando.

– Aconchegante aqui. Calmo, ar puro… bucólico. Seria perfeito se não fosse o risco de morar tão afastado da cidade, longe de tudo e de todos. – Disse Magnus correndo os olhos pela casa. – Uma hora podemos ser visitados por um ladrão, ou um assassino sem escrúpulos e não se achar um filho de Deus com quem contar. Não sente medo?

Embora não morasse em nenhum sítio robusto, o local era de fato adorável. Era uma construção de madeira, com portas e janelas de vidro, o que permitia visualizar praticamente toda a parte externa. Havia uma divisória, também de madeira, entre a sala e a cozinha.

– De algum modo. – respondeu. – O maior risco que já corrido aqui até hoje foi uma vez que, por um descuido meu, deixei a porta da sala aberta e um cordeirinho desgarrado da mãe a invadiu e se pusesse a admirar a mobília. – disse entregando um copo a Magnus.

– Então, um brinde ao tão aguardado momento. – Um gole e Adam prossegui. – Mas antes de ser preso, Magnus, responda-me uma coisa que é de meu particular interesse: – como matou o ajudante do hotel, e por que não me contatou?

– Não vejo por que não. – disse. – Não foi necessário te contatar, eu dei o meu jeito. Além do mais, não via como fazer isso, uma vez que desaparecera por dois dias, e como eu tinha pressa…

– Ah, é verdade. Estava organizando alguns preparativos. Acredito que você entenda.

– Bom… continuando… “Eu soube através do Hades sobre uma grave enfermidade do Jack que o acometera e sobre seu medo de morrer e deixar sua família sozinha e sem amparo. Foi aí que me veio uma ideia: eu tentaria convencer um homem desesperado a se suicidar e, em troca, eu garantiria ajuda vitalícia a sua família após sua morte. Tive que contar a ele todo o meu plano para que aceitasse, contei que depois jogaria as suspeitas da sua morte para o prefeito e o arruinaria. Ele relutou mas no final acabou aceitando. Eu quis acompanha-lo até a cachoeira para garantir que cumpriria o trato e fiz certo e fazê-lo, pois, nos últimos minutos, ele quis voltar atrás e, então… tive dar um pequeno empurrãozinho. Com aquele pequeno incidente, tive que mudar um pouco meus planos. Era só um brincadeira, o prefeito quem quis levar tudo muito a sério”

“Aquela funcionária esteve mexendo nas minhas coisas, no meu quarto, e acabou me vendo sem a máscara, já que havia tirado para descansar o rosto. Em vez de acabar com ela, enxerguei ambição em seus olhos e como precisava de ajuda, lhe fiz uma proposta para que participasse aquele circo contra o prefeito… circo, mais uma vez essa palavra. Enfim, foi planejado entre ela e o Hades, este último ficou responsável pelo papel de bom moço. Ele mentiu a respeito de uma coisinha, mas, desde  que ninguém mais soubesse, não haveria problema.”

– Mas, voltando à piada. Preso, eu? – disse com deboche. – Nunca havia te visto com tamanho senso de humor. O que escolhe, cabeça, ou tronco? – Disse apontando a arma.

Foi então que uma voz atrás de si o surpreendeu.

– Magnus, largue a arma e deixe as mãos onde possamos ver.

Em vão, com uma rapidez surpreendente, Magnus se voltou contra o inspetor e sua equipe e disparou. O tiro acertou alguém.  Os policiais responderam com uma rajada de balas que atingiram Magnus em cheio.

– Cá estamos nós de novo. – disse o inspetor se aproximando do homem ainda agonizante. – Se eu não estivesse vendo com meus próprios olhos creio que ainda acreditaria, quase não acreditei quando me contaram…

– E olha, ali está a cicatriz – disse Adam.

– Não sei dizer ao certo, mas é como se a já tivesse visto isso antes, exatamente assim, como se estivesse acontecendo tudo de novo. – Disse Mateus.

– Anotaram a confissão?

– Cada palavra.

Se lembraram então finalmente do prefeito Douglas que havia sido atingido por Magnus. Ele estava encostados a uma parede e aparentemente já sem força pelo que avaliaram.

– Como ele está? – Perguntou Mateus se aproximando.

– Nada bem. – Respondeu um soldado agachado ao seu lado.

– Acho que desta vez o apanhamos. – disse o prefeito com a fala entrecortada.

– Eu insistir para que o senhor não viesse, pois já envolvia risco demais. – Disse Adam ajoelhando-se ao seu lado.

– E quem estaria aqui no meu lugar para ter certeza que não era mais um irmão gêmeo dele? O inspetor? Esqueceu? Ele não enxerga um palmo a frente do nariz. – Os três sorriram. O prefeito deixou-se cair a sua frente. Respirou fundo. Enfim morreu.

– Nunca ouve na história de Pineparque, nem quando esta era conhecida por outros nomes, um líder como foi o prefeito Douglas Underhood. – disse o inspetor Mateus. Adam assentiu com a cabeça para sua fala.

VII

Segundo a polícia, Alexandre Muphy, era na um larápio que atuava na Europa e tentava expandir seus esquemas criminosos para a América do Sul. O falso empresário foi responsável, segundo o inspetor, pelo incêndio ao 2PH e pela morte de duas pessoas. Jack, por ter descoberto seus planos e sua esposa por medo que ela o tivesse contado alguma coisa. Após a explosão preferiu se manter escondido e manter a versão que havia sido uma das vítimas do acidente e agir sem chamar atenção. Sir Alexandre morte acabou confessando tudo em uma emboscada armada pela própria polícia, o que os levou a um confronto no qual Alexandre acabou sendo morto.

Bom, caro leitor, não poderíamos deixar de apresentar nossa versão do que realmente poderia ter acontecido. Sir. Alexandre Murphy na verdade não passa de mais uma vítima de uma conspiração muito bem armada pelo inspetor e o prefeito (que por sinal são muito amiguinhos) para livrar este de seus problemas. Isso após ele procurar ajuda depois ter sofrido um atentado realizado por alguém que tentava se vingar por que achou que ele fora culpado pela morte do funcionário da pousada. E aqui entra a figura do prefeito mais uma vez, que organizou tudo para que alguém acreditasse ter sido o Alexandre. A minha versão pode ser facilmente considerada quando lembramos daquele ajudante que escapou milagrosamente da explosão ‘acidental’.” E foi essa a última edição do Jornal “O Furo” que decretou falência após não ter conseguido vender nada.

  • Davi Allen

    Intrigante!

  • Davi Allen

    Será que Magnus morreu mesmo? rs

    • Magnus

      rs… Difícil ele ter sobrevivido depois dessa. A menos que ele volte em Haloween como Michael Myers, kk

      • Davi Allen

        rsrs
        Parabéns, Magnus! Gostei bastante da série. O linguajar então.. Enchem os olhos kkk

        • Magnus

          Obg, Davi.

  • Davi Allen

    kkkkk

  • Davi Allen

    Né kkk

  • Davi Allen

    Com certeza!

  • Comunicação

    Muito bom, parabéns! Será que haverá mais um Magnus strikes again? Gostei dessa continuação de O Articulador – bem inovador aqui nas séries do Recreio. Top demais meu nobre Magnus.

  • Douglas

    Gostei do formato. Tipo uma minissérie!