Ayrton Senna: completam 23 anos da morte de um dos maiores pilotos de todos os tempos

A morte de Ayrton Senna, em maio de 1994, foi uma comoção nacional. O governo brasileiro declarou três dias de luto oficial e concedeu ao piloto honras de chefe de Estado.

 

O dia primeiro de maio marcou a morte de um dos ídolos do Brasil, Ayrton Senna. Nesta segunda-feira, completam 23 anos da morte de um dos maiores pilotos de todos os tempos e diversas pessoas e instituições prestaram homenagens ao tricampeão mundial.

Lewis Hamilton, que também já conquistou três títulos e é fã de Ayrton Senna, foi um dos primeiros a se manifestar em suas redes sociais. O britânico chamou o brasileiro de “rei”, “herói” e “melhor de todos os tempos” em sua publicação.

“Nunca esquecido. Herói. Melhor. Melhor de todos os tempos. Descanse em paz Ayrton. Rei”, escreveu Lewis

Quem também se manifestou foi Alain Prost, que foi quatro vezes campeão mundial, companheiro do brasileiro na McLaren. O francês inclusive foi um dos encarregados de carregar o caixão de Senna.

“Sempre lembro dessa data, Ayrton”, publicou Prost.

Em âmbito nacional, Corinthians, time para qual o tricampeão brasileiro torcia, Felipe Massa, o Instituto Ayrton Senna e o autódromo de Interlagos reverenciaram o piloto que teria 57 anos se não tivesse falecido após sofrer acidente na Itália.

A História

Ayrton Senna da Silva morreu, aos 34 anos, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália, em 1º de maio de 1994, num fim de semana marcado por acidentes na Fórmula-1. O piloto austríaco Roland Ratzenberger falecera durante os treinos da véspera. E, antes disso, o brasileiro Rubens Barrichello sofrera um acidente na curva Tamburello, mesmo local no qual Senna, a 300 quilômetros por hora, perderia o controle de seu carro, chocando-se violentamente contra um muro. 

Senna iniciou sua carreira aos 13 anos, competindo nas provas de kart. Foi campeão sul-americano e brasileiro. Em 1981, ingressou na Fórmula Ford, onde também acumulou títulos, e, em 1983, foi campeão de Fórmula-3. No ano seguinte, com 24 anos, começou a competir na Fórmula-1. Em dez anos, foram 41 vitórias e três campeonatos mundiais – 1988, 1990 e 1991 –, todos pela McLaren. A temporada de 1994 era a primeira que piloto disputava pela equipe Williams.

A velocidade e a habilidade na chuva garantiram atuações antológicas nas pistas que o fazem ser considerado por muitos o melhor piloto de Fórmula-1 de todos os tempos. “O Ayrton era um espetáculo”, recorda-se o narrador Galvão Bueno, “Tivemos vários ídolos em todos os esportes. Mas o Ayrton ultrapassou todos os parâmetros estabelecidos para um ídolo esportivo. Ele era mais que um ídolo, era um herói brasileiro. Ele era o Ayrton Senna do Brasil. Um dia, o Mário Jorge Guimarães, meu velho companheiro de tantos e tantos anos na Globo, disse: ‘Você tem noção do que fez?’ Eu perguntei: ‘Não, o que foi?’ Ele respondeu: ‘Você mudou o nome do cara. Ele não é mais o Ayrton Senna, é o Ayrton Senna do Brasil.’ E ele virou realmente o Ayrton Senna do Brasil. Ele era o nosso herói, ele era o brasileiro que dava certo.”

A morte de Ayrton Senna colocou em evidência a questão da segurança dos carros e dos circuitos automobilísticos. Após muitas investigações, a perícia concluiu que o piloto brasileiro perdera o controle do carro devido à quebra da coluna de direção. Os responsáveis técnicos da Williams – incluindo Frank Williams, dono da escuderia – foram indiciados por homicídio culposo, negligência e imprudência em novembro de 1996. Um ano depois, no entanto, todos foram absolvidos.

Equipe e estrutura

  A morte de Ayrton Senna teve destaque em toda a programação jornalística e esportiva da TV Globo. As equipes de jornalismo em São Paulo e no Rio de Janeiro e os correspondentes na Europa participaram intensamente da cobertura.

O repórter Roberto Cabrini, que em 1994 cobria os grandes prêmios de Fórmula-1, acompanhou de perto a morte de Ayrton Senna, a repercussão no mundo automobilístico e as investigações sobre as causas do acidente. Galvão Bueno e Reginaldo Leme também estavam em Ímola, na Itália, em função da transmissão do Grande Prêmio de San Marino. Ainda faziam parte da equipe os cinegrafistas Sergio Gilz e Armand Deus.

O repórter Pedro Bial, que na época trabalhava no escritório da Globo em Londres, embarcou imediatamente para Bolonha, reforçando a cobertura no local. A emissora italiana RAI cedeu um carro que permitiu que a equipe fizesse entradas ao vivo em frente ao hospital ao longo de todo o domingo, inclusive enquanto o Fantástico estava no ar.

Enquanto a equipe da TV Globo na Itália buscava informações sobre as causas do acidente e a morte de Ayrton Senna, a redação no Rio de Janeiro preparava o material para ser exibido no Fantástico daquela noite e nos telejornais do dia seguinte.

Carlos Henrique Schroder, na época diretor de produção e editorial da Central Globo de Jornalismo, conta como foi aquele dia na redação do Rio de Janeiro: “Imediatamente dividimos a equipe – isso é uma coisa que aprendemos com o tempo em televisão. Uma equipe cuidou dos flashes ao vivo, para manter o telespectador acompanhando o que estava acontecendo, enquanto outra preparou o Fantástico. Pessoas que não estavam de plantão foram chamadas, porque era uma situação excepcional. A equipe de produção cuidou do dia seguinte: a família no Brasil, os amigos, o fã-clube… Dividimos a pauta e tentamos enriquecer ao máximo com informações.”

A equipe de São Paulo acompanhou o cortejo fúnebre pelas ruas da cidade, o velório do piloto na Assembléia Legislativa e o enterro, que foi transmitido, ao vivo, com narração de William Bonner, apresentador e editor-chefe do Jornal Hoje na época. Nos dias 4 e 5 de maio, o Jornal Nacional foi ancorado por Carlos Nascimento de diferentes pontos da capital paulista.

Polêmica

Uma questão que foi levantada na ocasião era se Ayrton Senna morrera ainda no circuito de Ímola ou apenas após chegar ao hospital. De acordo com a legislação italiana, a corrida deve ser interrompida em caso de morte, o que não aconteceu naquele domingo.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, em 4 de maio, os legistas que fizeram a autópsia no corpo de Ayrton Senna afirmaram que ele teve morte cerebral instantânea. E, segundo o jornal, os dirigentes da Fórmula-1 souberam que ele tinha morrido antes de reiniciarem a prova. Também foi revelado que o piloto austríaco Roland Ratzenberger morrera na pista durante os treinos de sábado, véspera do Grande Prêmio de San Marino, e não no hospital, como foi divulgado oficialmente. A justiça da Itália poderia ter interditado o autódromo para abertura de inquérito. Mas os dirigentes da Fórmula-1 teriam omitido deliberadamente essa informação para evitarem o cancelamento do GP.  

Naquela noite, o Jornal Nacional exibiu uma reportagem de Roberto Cabrini na qual Bernie Ecclestone, presidente da FOCA (Associação dos Construtores da Fórmula-1), afirmava com veemência que o piloto brasileiro não morrera na pista e que ele nada tivera a ver com o reinício da corrida.

O velório e o enterro

No dia 4 de maio, o corpo de Senna chegou a São Paulo e foi levado para a Assembléia Legislativa, onde foi velado. Os repórteres Caco Barcellos e Glória Maria cobriram o cortejo, que durou três horas. O clima era de grande comoção. Cerca de um milhão de pessoas foram às ruas. Na Marginal Tietê, uma das avenidas mais movimentadas do país, uma corrente humana foi formada para dar passagem ao corpo. 

O velório, que durou mais de 22 horas, foi acompanhado pela repórter Beatriz Thielmann e contou com a presença de aproximadamente 240 mil pessoas.  Naquela noite, o jornalista Carlos Nascimento ancorou o Jornal Nacional direto da Assembléia Legislativa de São Paulo. Em homenagem a Senna, foi exibido um VT com Milton Nascimento cantando Canção da América, a música predileta do piloto.  

O enterro aconteceu na manhã do dia 5 de maio, e a Rede Globo transmitiu, ao vivo, toda a cerimônia, com narração de William Bonner. À noite, Carlos Nascimento apresentou parte do Jornal Nacional, também ao vivo, do autódromo de Interlagos, onde Senna ganhou os GPs do Brasil em 1991 e 1993. O repórter Renato Machado acompanhou as últimas homenagens ao piloto, antes da saída do corpo em direção ao cemitério do Morumbi. A irmã do piloto, Viviane Senna, agradeceu ao povo brasileiro pelas manifestações de carinho.  

Sobre a reportagem exibida pelo JN naquela noite, Renato Machado conta que foi uma das melhores que fez ao longo de sua carreira: “O Amauri Soares (na época, editor-executivo do Jornal da Globo) e eu nos debruçamos sobre cada palavra daquela matéria, que, quando ficou pronta, o Alberico de Sousa Cruz (então diretor da Central Globo de Jornalismo) decidiu que abriria o Jornal Nacional. E foi uma matéria que emocionou. Poucas vezes eu vi corações baterem com tanto compasso de morte como naquele dia de tristeza. Foi uma das grandes coberturas que fizemos, mas num momento profundamente traumático.”

Amauri Soares também destaca essa reportagem: “Ela foi única graças ao cinegrafista. O corpo do Ayrton Senna ficou durante o dia todo sendo velado, mas a posição de todas as câmeras da imprensa era fixa, pegando as autoridades e a família atrás do caixão e, na frente dele, aquela fila imensa de gente, milhares e milhares de fãs, que vieram prestar a sua última homenagem. Ou seja, as câmeras mostravam as pessoas passando e olhando para o caixão de costas. Você não via o caixão nem a cara das pessoas, só as autoridades ao fundo. Mas nosso cinegrafista, o Marco Antônio Gonçalves, saiu dessa posição, driblou a segurança, deu a volta e parou entre as autoridades e o caixão. Assim, conseguiu mostrar todo o fluxo de pessoas no ângulo inverso das outras emissoras. Ele mostrava o caixão em primeiro plano e, em segundo plano, as pessoas, de frente para câmera, se despedindo do Ayrton Senna.

As imagens eram uma coleção emocionante de despedidas: crianças que mandavam beijo, homens que choravam, militares que tiravam o chapéu, crianças de colo, gente com a roupa do Ayrton Senna, gente que abaixava a cabeça, jogava uma flor. Era uma sequência impressionante de despedida. Apenas aquelas imagens davam a dimensão do ídolo que tinha sido Ayrton Senna. Quando fui incumbido de editar essa reportagem, fiquei muito emocionado e impressionado com a força daquelas cenas”.

No dia 6 de maio, o Globo Repórter exibiu um programa especial em homenagem ao piloto brasileiro. Para sempre Ayrton, com roteiro do jornalista Ernesto Rodrigues, mostrou imagens de treinos e vitórias de Senna na Fórmula-1, conduzidas pelo depoimento de Galvão Bueno, responsável pela narração dos momentos mais marcantes de Senna nas pistas. Também foi exibida uma entrevista exclusiva de Adriane Galisteu a repórter Miriam Dutra.

O programa exibiu cenas inéditas da última reunião de Senna com engenheiros da Williams e técnicos da empresa que fornecia pneu. As imagens mostravam a tensão na equipe. Algo não estava certo com o carro do piloto brasileiro.

 

Vida afetiva

A vida afetiva de Ayrton Senna teve “oficialmente” 5 mulheres. Paralelamente, há mais 2 casos na vida de Senna. A sua única mulher foi Liliane Vasconcellos Souza. Depois a protegida Adriane Yamin. Os namoros mais conhecidos venderam centenas de páginas de revistas e jornais. Xuxa e Adriane Galisteu. Entre elas, esteve Cristine Ferracciu, que foi o suporte e reequilíbrio no rescaldo da loucura, da relação com Xuxa. Mas pelo meio, há mais duas mulheres que deram a volta à cabeça de Ayrton. A americana Carol Ann Alt e a portuguesa Vera Peres.

Xuxa Meneghel

O caso mais mediático foi com Xuxa. Senna apaixonou-se ao ponto de parecer um miúdo a quem mais nada, mesmo a carreira, interessava. Era só Xuxa que ele via. Era ainda a época de sonho, no defeso, após a conquista do 1º título em Suzuka.

O segredo não durou muito e tudo foi percebido, quando Senna foi ao Xou da Xuxa na Globo. Senna não parava em Angra dos Reis ou em São Paulo. Cada minuto que tinha, voava para o Rio, para estar com ela. A ex-mulher Lilian de Vasconcellos confessou já depois da morte de Senna. “Da Xuxa ele gostou mesmo!”

O casal não era visto em público, nem mesmo para jantar. Tudo recatado, por conta das figuras públicas que eram. Mas Ayrton passava muito tempo nos bastidores da Globo, acompanhando-a no seu trabalho. E nesse verão, Ayrton levou Xuxa ao kartódromo do Rio para ela andar de Kart.

O relacionamento ao longo da temporada de 89, perturbou o piloto. Pela primeira vez, viu-se no paddock um homem afetado na sua relação amorosa. Era uma relação em tensão permanente. Emoção à flor da pele. E a empresária de Xuxa não ajudava em nada. Senna não estava feliz. Foi até posto a circular que o relacionamento era apenas uma encenação.

Ayrton culpou mais tarde a empresária de Xuxa pelo fim da relação. A namorada não controlava a própria imagem, como o campeão controlava a dele.

Senna dizia que gostava de amar as mulheres, não de as andar a mostrar aos outros. Uma questão de estilo. Sofreu para dentro.
Até ao dia em que voou para Nova Iorque para ir ter com ela.
Ao chegar ao apartamento, Xuxa não lhe abriu a porta. E Senna voltou para trás.

Um amor-desamor, terminado com a decisão de Xuxa, considerando que a sua vida profissional era incompatível com Senna.

Adriane Galisteu

Senna era muito concentrado na F1. A falta de apego de Senna às suas namoradas valeram mesmo para Nelson Piquet, seu arquirrival, criar um boato com o objetivo de desconcentrar emocionalmente o adversário. Piquet deu uma entrevista afirmando que Senna não gostava de mulheres. Senna ficou atingido na sua dignidade e quase chegou ao confronto físico com Piquet, que só não aconteceu porque Ayrton poderia ser excluído por agressão, do GP do Brasil. Em troca, numa entrevista à Playboy, deu o troco, sugerindo ter tido um caso com Catherine Valentim, a então mulher de Piquet.

Foi depois desse GP do Brasil de 1993, que Senna deu a conhecer o relacionamento com Adriane Galisteu. Disse dela, que era a mulher ideal. E segundo Viviane, foi a fase mais feliz do ponto de vista afetivo, para Senna. Até morrer.

Adriane desistiu de gravar um spot publicitário para ir a Angra a convite de Senna, para um churrasco. E…começou o namoro.

Contam os amigos que o relacionamento de Ayrton com Galisteu foi a sua emancipação afetiva, em relação à família. Ele libertou-se, em relação ao que era bom e ao que era mau.

 
Fonte: Memória Globo, F1Senna, Uol, Terra
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  • Jão

    RIP

  • João Lucas

    UEFA CHAMPIONS LEAGUE 2016/2017 – SEMIFINAL (JOGO DE IDA)
    ONTEM | 02/05/2017
    Real Madrid 3×0 Atletico Madrid – Santiago Bernabéu, em Madrid-ESP – 15h45

  • João Lucas

    UEFA CHAMPIONS LEAGUE 2016/2017 – SEMIFINAL (JOGO DE IDA)
    HOJE | 03/05/2017
    Monaco x Juventus – Stade Louis II, em Monaco-FRA – 15h45

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  • João Lucas

    UEFA CHAMPIONS LEAGUE 2016/2017

    CRISTIANO RONALDO FAZ TRÊS, REAL MADRID ATROPELA O ATLETICO E FICA PERTO DA FINAL

    Cristiano Ronaldo é uma máquina de fazer gols e decidir partidas. E nesta terça-feira, no Santiago Bernabéu, o craque português deu um show, marcou três vezes e garantiu a vitória por 3 a 0 do Real Madrid sobre o Atletico Madrid pelo jogo de ida da semifinal da UEFA Champions League 2016/2017. Bateu recorde e se tornou o maior artilheiro em semifinais da competição, com 13 gols. Supera Di Stéfano (11), Puskás (7) e Lewandowski (6). O time comandado por Zidane pode até perder por 2 a 0 a partida de volta na próxima quarta-feira, no Vicente Calderón, que fica com a vaga.

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  • João Lucas

    #Gols

    REAL MADRID 3 X 0 ATLETICO MADRID – JOGO DE IDA DA SEMIFINAL DA UEFA CHAMPIONS LEAGUE 2016/2017

    https://youtu.be/jtIR7A5imOs

  • João Lucas

    CONMENBOL LIBERTADORES BRIDGESTONE 2017 – 04ª RODADA (FASE DE GRUPOS)
    ONTEM | 02/05/2017
    Grupo 5 | Atlético Tucumán 2×1 Peñarol – José Fierro, em Tucumán-ARG – 19h30
    Grupo 1 | Atlético Nacional 4×1 Estudiantes – Atanasio Girardot, em Medellín-COL – 21h00
    Grupo 1 | Botafogo 0x2 Barcelona-EQU – Engenhão, no Rio de Janeiro-BRA – 21h45

  • João Lucas

    CONMENBOL LIBERTADORES BRIDGESTONE 2017 – 05ª RODADA (FASE DE GRUPOS)
    HOJE | 03/05/2017
    Grupo 6 | Sport Boys-BOL x Atlético Mineiro – Tahuichi Aguilera, em Santa Cruz de La Sierra-BOL – 19h30
    Grupo 8 | Deportes Iquique x Grêmio – Tierra de Campeones, em Iquique-CHI – 19h30
    Grupo 4 | Atlético Paranaense x San Lorenzo – Arena da Baixada, em Curitiba-BRA – 21h00
    Grupo 4 | Flamengo x Universidad Católica – Maracanã, no Rio de Janeiro-BRA – 21h45
    Grupo 5 | Jorge Wilstermann x Palmeiras – Félix Capriles, em Cochabamba-BOL – 21h45

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  • João Lucas

    CONMENBOL LIBERTADORES BRIDGESTONE 2017

    BOTAFOGO PERDE EM CASA, DESPERDIÇA CHANCE DE VAGA ANTECIPADA E VÊ BARCELONA AVANÇAR

    A torcida do Botafogo encheu o Estádio Nilton Santos confiante em uma classificação antecipada para a próxima fase da Conmenbol Libertadores Bridgestone 2017. E com a derrota do Estudiantes para o Atlético Nacional no outro jogo do grupo, uma vitória simples bastava ao Alvinegro. Mas quem saiu garantido nas oitavas de final na noite desta terça-feira foi o Barcelona de Guayaquil. Surpreendido pela velocidade e pelo toque de bola da equipe equatoriana no 1º tempo, o time carioca não repetiu as boas atuações na competição, errou muito e acabou derrotado por 2 a 0, gols de José Ayoví e Jonatan Álvez.

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  • João Lucas

    COPA DO NORDESTE 2017 – SEMIFINAL (JOGO DE VOLTA)
    HOJE | 03/05/2017
    Santa Cruz x Sport – Estádio do Arruda, no Recife-PE – 21h45
    IDA : Sport 1×2 Santa Cruz

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  • João Lucas

    COPA CONTINENTAL DO BRASIL 2017 – OITAVAS DE FINAL (JOGO DE IDA)
    HOJE | 03/05/2017
    Cruzeiro-MG x Chapecoense-SC – Mineirão, em Belo Horizonte-MG – 21h45

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  • João Lucas

    FUTEBOL NACIONAL

    PAIS E TIAS DE RAFAEL LONGUINE MORREM EM ACIDENTE NO PARANÁ

    Os pais e a tia de Rafael Longuine, jogador do Santos, morreram na noite desta segunda-feira vítimas de um acidente ocorrido na rodovia BR-376, em Alto Paraná (PR). A informação foi confirmada pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Paranavaí (PR).
    Os pais do atleta, Maria Fátima de Carvalho Longuine e Wellington Longuine estavam em um carro VW Fox acompanhados da tia de Longuine. Segundo a PRF, o veículo bateu de frente com um caminhão carregado com madeira que transitava pela BR-376 e teria invadido a faixa contrária. Além dos três ocupantes do Fox, o motorista do caminhão também morreu na hora.

    O Santos, por sua vez, lamentou o acidente e confirmou que, logo após a notícia, o jogador foi dispensado imediatamente para viajar até Paranavaí (PR), cidade onde nasceu. Ao saber da notícia, Rafael Longuine avisou sobre a morte dos parentes aos jogadores do Santos, através de um grupo do Whatsapp. Em seguida, bastante abalado, ligou para um funcionário do Santos, que informou o ocorrido à comissão técnica.

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  • Douglas

  • Douglas

    Era um mito.