O Pequeno Príncipe: um livro que resgata a criança que existe em cada um de nós.

O mês de abril celebra a Literatura Infantil, sendo que, dia 02 de abril é o Dia Internacional do Livro Infantil e no dia 18 de abril o Dia Nacional do Livro Infantil e Dia de Monteiro Lobato, um dos maiores representantes da literatura infantil nacional. Este post especificamente aborda um clássico da literatura mundial tanto para o público infantil, quanto  para a criança que existe em cada um de nós.

O Pequeno Príncipe (título original em francês: Le Petit Prince) é a obra mais famosa do aviador e escritor Antoine de Saint-Exupéry. Foi publicada pela primeira vez em 06 de abril de 1943. Traduzido para 220 línguas e dialetos, é um dos maiores sucessos de vendas de todos os tempos, e o livro francês mais vendido no mundo.

A história evoca temas universais como o amor, a amizade, o sentido da vida e a natureza humana. Realiza uma crítica ao homem e a civilização moderna que levam à perda dos valores mais essenciais do ser humano. Defende que a sabedoria das crianças pode servir como guia para a vida adulta. Os adultos são sérios, não conseguem desfrutar a vida porque não sabem o que é verdadeiramente importante, o essencial não é percebido por ser invisível.

Antoine de Saint-Exupéry foi um escritor, ilustrador e piloto francês, que ficou internacionalmente conhecido pela sua obra “O Pequeno Príncipe”, que é um clássico da literatura escrito em 1943. Aparentemente, a fábula parece ser destinada ao público infantil, porém, engana-se o leitor que pensa assim. O livro é rico em mensagens e detalhes que conduzem as pessoas que o leem à uma profunda reflexão.
O próprio autor do livro também é um dos personagens da história. Ele inicia a narrativa descrevendo parte da sua infância, quando o mesmo desenhava alguns rabiscos e era tolamente ignorado pelos adultos, que lhe aconselhavam a deixar de lado os seus desenhos e se dedicar mais à outras tarefas, bem como aos estudos. Após ser desencorajado a aperfeiçoar tal hobby, o autor se dedicou à carreira na aviação. Colecionou vários contatos com diversas pessoas, gostava da profissão que exercia, mas no seu íntimo, nunca esquecera o gosto pelo desenho. Um grande amor na vida de Saint-Exupéry, foi sua esposa Consuelo, há quem diga ser ela a rosa do Pequeno Príncipe.
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 O Pequeno Príncipe é um dos personagens mais famosos e queridos de todos os tempos, que empolga crianças e adultos com ensinamentos inesquecíveis. Sua história deixa marcas pela forma simples de suas mensagens de otimismo, simplicidade e amor ao nosso planeta. À primeira vista, um livro para crianças. Na definição de Antoine de Saint-Exupéry, seu autor, “um livro urgentíssimo para adultos” que resgata a criança que existe em cada um de nós, com encanto, ética e beleza.

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O Piloto Poeta – Guiado pelas estrelas Antoine de Saint-Exupéry, viajou pelo mundo, decifrou o céu, criou laços entre as pessoas. Diminuindo as distâncias, fez o mundo parecer menor. Escrevendo, fez do nosso planeta, um mundo maior.

Antoine de Saint-Exupéry partiu para Nova York no fim de Dezembro de 1940, onde começou a desenhar, na frente aos editores, o recorrente menino de cabelos rebeldes. Quando lhe perguntavam, respondia: “Não é nada de mais, é apenas o garoto que existe no meu coração.”

A primeira edição do Pequeno Príncipe apareceu em abril de 1943. Ele recebeu um dos primeiros exemplares alguns dias antes do seu embarque para a África do Norte. Atravessou o Atlântico a bordo de um navio com tropas americanas para lutar pela França ocupada pelo exército alemão. No dia 31 de Julho de 1944 não retornou da sua última missão. Toda a obra de Saint-Exupéry é centrada em valores fundamentais e universais. Elas fazem parte do nosso patrimônio. São os valores dos homens solidários, responsáveis e persistentes.

Um pequeno príncipe nos convida a olhar com atenção o planeta que habitamos, cheio de presentes oferecidos pela natureza. Presentes aparentes ou escondidos, renováveis ou limitados. Mas todos eles revelam segredos quando os observamos com o olhar cristalino de uma criança. Estrelas que sabem sorrir. Antoine de Saint-Exupéry resgatou a criança que existe em cada um de nós, com encanto, ética e beleza.

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O Pequeno Príncipe é o terceiro livro mais vendido do mundo. Possui cerca de 134 milhões de livros vendidos em todo mundo, 8 Milhões só no Brasil e foi traduzido em mais de 220 línguas e dialetos. É um dos personagens mais famosos e queridos de todos os tempos, que empolga crianças e adultos com ensinamentos inesquecíveis. Sua história deixa marcas pela forma simples de suas mensagens de otimismo, simplicidade e amor ao nosso planeta.

“As estrelas são todas iluminadas… Não será para que cada um possa um dia encontrar a sua?”

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É um clássico da literatura mundial, o que por si só justifica sua leitura. Sua história traz elementos que podem ser analisados sob a ótica de distintas áreas do conhecimento. Leitura agradável e envolvente, conduz o leitor a uma reflexão filosófica. Propicia uma viagem de volta à infância, ou a constatação de suas características, através da visão de mundo do Pequeno Príncipe. Suscita uma revisão de valores.Traz um questionamento acerca do significado da morte. É um livro que serve como elo entre gerações. Foi adaptado para o cinema.

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 A história começa com o avião do narrador sofrendo uma queda no Deserto do Saara. Ele conta apenas com um reduzido estoque de água e comida e seu avião foi gravemente danificado pela queda. Em meio a essa desesperante situação, o narrador é abordado por um pequeno e sério menino loiro, o Pequeno Príncipe, que lhe pede para desenhar uma ovelha.

O narrador atende ao seu pedido e os dois se tornam amigos. O piloto descobre que o Pequeno Príncipe veio de um pequeno planeta chamado Asteroide B-612, mas que para o Pequeno Príncipe se chama Asteroide 325. O Príncipe lhe fala sobre o cuidado permanente com seu planeta, sobretudo em evitar o crescimento dos Baobás, que provocariam sua destruição. Relata que um dia, uma rosa surgiu misteriosamente em seu planeta e ele caiu de amores por ela, mas após pegá-la em uma mentira, resolveu que jamais voltaria a crer em suas palavras. Ele se sentia solitário e resolveu partir. Embora os dois tenham se reconciliado no último instante, o Pequeno Príncipe seguiu seu propósito de sair a explorar outros planetas para curar sua solidão.

Durante a jornada, nos conta o narrador, o Pequeno Príncipe passa pelos asteroides vizinhos e pela primeira vez se depara com o estranho mundo dos adultos. Nos seis planetas visitados, ele conhece um rei, um homem vaidoso, um bêbado, um homem de negócios, um acendedor de lampiões e um geógrafo. Os seis levam uma vida solitária, consumidos pelas obrigações que eles próprios se impuseram. Tais comportamentos o perturbam, já que o Pequeno Príncipe não consegue compreender as necessidades de comandar os outros, ser admirado e de tudo possuir. Uma exceção é o acendedor de lampiões, cuja obstinada dedicação desperta admiração por parte do pequeno viajante. O geógrafo lhe explica que as flores não duram para sempre, o que faz aflorar a saudade de sua rosa deixada para trás. É seguindo uma sugestão do geógrafo que o Pequeno Príncipe chega ao planeta Terra, mas ele aterrissa no meio do deserto, onde não encontra nenhum humano. Logo se depara com uma serpente, que lhe fala através de enigmas e afirma ser seu mortal veneno capaz de leva-lo de volta aos céus, caso assim ele deseje. O Pequeno Príncipe ignora a oferta e segue sua expedição, parando para escalar o mais alto monte que encontra, onde confunde o eco de sua própria voz com uma conversa. A descoberta de um jardim de rosas o surpreende e decepciona, já que sua rosa havia lhe dito que ela era única.

O Pequeno Príncipe se torna amigo de uma raposa, que lhe passa as seguintes lições: as coisas realmente importantes só podem ser vistas através do coração; o tempo e a dedicação dispensados à sua rosa a tornaram especial para ele; o amor implica a responsabilidade perante o ser amado.

No oitavo dia do piloto no deserto, ele e o Pequeno Príncipe encontram um poço. A água refresca e nutre seus corações mais do que seus corpos. No entanto, a mente do Príncipe está completamente fixada em voltar para sua rosa, e ele começa a fazer planos com a serpente. O narrador logra consertar seu avião um dia antes do Príncipe completar seu primeiro ano na Terra. Ele caminha tristemente com seu amigo rumo ao local onde o Príncipe aterrissou em sua chegada. A serpente morde o Pequeno Príncipe, que cai imóvel na areia. No dia seguinte, o narrador não encontra o corpo do Príncipe nas areias, o que o leva a acreditar que ele tenha retornado ao seu asteroide.

O livro tem um desfecho comovente, e a lição que o mesmo deixa, com certeza ficará guardada por muito tempo na memória daqueles que ousarem ler o seu conteúdo.

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O Pequeno Príncipe É um menino que deixa seu asteroide e realiza uma viagem que o leva por outros planetas até chegar à Terra, onde conhece o aviador que narra sua história. É o personagem principal da obra e todo o livro gira em torno de sua jornada. Muito responsável, ao mesmo tempo encarna os valores infantis perdidos pelos adultos, como a inocência e a curiosidade.  Decide viajar para fugir dos problemas em seu relacionamento com a rosa. Assim, entenderá o essencial das coisas, o que compreenderá ser realmente importante na vida, e a transcendência das relações de amor e amizade.

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O Aviador- Também protagonista e narrador da história. É um adulto que deseja conservar o espírito de um menino, e embora saiba que o perdeu, se esforça para recuperá-lo. Graças a sua compreensão, permite que conheçamos ainda melhor o Pequeno Príncipe. O aviador/narrador pode ser identificado como o próprio Saint-Exupéry, que também foi aviador e sofreu vários acidentes aéreos ao longo da vida.

“Certa vez, quando tinha seis anos, vi num livro sobre a Floresta Virgem (…) uma imponente gravura. Representava ela uma jiboia que engolia uma fera. (…)meu desenho nº1 era assim. Mostrei minha obra prima as pessoas grandes e perguntei se o meu desenho lhes fazia medo. Responderam-me: Por que é que um chapéu faria medo”.

“As pessoas grandes aconselharam-me deixar de lado os desenhos de jiboias abertas ou fechadas.”

Foi desencorajado, aos seis anos, pelos adultos que não reconheceram a sua sensibilidade artística e a sua capacidade de ver além das aparências. Mas anos depois, longe de todos, desenha a sua própria história.O piloto é a prova de que nunca é tarde para irmos atrás dos nossos sonhos.

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A Rosa O personagem a quem o Pequeno Príncipe ama. Esplendida, única, maravilhosa, e ao mesmo tempo melodramática e vaidosa. Apareceu um dia no asteroide e desde o primeiro momento o Pequeno Príncipe dela cuidou. Mas a constante exigência de atenção por parte da rosa leva ambos a uma situação que motiva o personagem central a deixar seu planeta.

“É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas”….

Ela começou a crescer, parecia vir do nada. Ficou horas se arrumando e ajeitando suas pétalas…E é linda! Mas também orgulhosa, caprichosa e contraditória.

O pequeno príncipe apaixona-se e vive para atender aos seus caprichos: um lanchinho, o para-vento, uma redoma. Mas ela nunca está satisfeita e o nosso herói decide partir. Embora pareça contraditória, entre caprichos e sabedoria, a rosa é extremamente feminina e sedutora. Por isso, cativa o coração do principezinho.

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A Raposa No livro, a raposa ensina ao Pequeno Príncipe a importante lição de que as coisas só ganham sentido quando se conhece a amizade. Apresenta ao Pequeno Príncipe a solução do seu conflito. É uma raposa selvagem, mas pede ao Pequeno Príncipe que a domestique. Ensina que a amizade é um tipo de domesticação, que leva tempo, aproximação e paciência, mas quando uma vez estabelecida se transforma num laço de união que transforma o sentido da vida. Assim, o Pequeno Príncipe acaba domesticando a raposa e graças à relação que surge entre ambos compreende o verdadeiro sentido da amizade e a essência das relações. A sábia raposa ensina o pequeno príncipe a compartilhar. E explica-lhe que, apesar de existirem milhares de flores parecidas, a dele é única, e foi o tempo que ele dedicou a ela que a fez tão importante. O Pequeno Príncipe compreende que, apesar de o mundo ter milhares de rosas, a rosa de seu planeta era única, pois somente ela era mantenedora de seu amor, de seu afeto.

“A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me”!

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

Cativar quer dizer conquistar e requer responsabilidade. Responsabilidade por um amor, por um amigo, pelo talento que possuímos e pelo que conquistamos em nossa carreira profissional e pessoal. Seja responsável pelas suas conquistas. Valorize-se. Cuide do que você cativou.

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A Serpente É o primeiro personagem que o Pequeno Príncipe encontra ao chegar a Terra. Embora fale sempre por enigmas, é o personagem mais franco de toda a história. Ela respeita o que é puro e verdadeiro  e se define como mais poderosa que o dedo de um rei. Será um personagem decisivo no fim da trama.

“Mas sou mais poderosa do que o dedo de um rei.”

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O Rei É o primeiro dos “donos do mundo” que o pequeno príncipe encontra nas galáxias. O rei pensa que tudo e todos são seus súditos e tem necessidade de controlá-los. Mas, com sabedoria, nos ensina que cada um só pode dar aquilo que tem.

“É preciso exigir de cada um o que cada um pode dar”

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O homem Vaidoso – O vaidoso precisa da admiração de todos para comprovar o seu valor. Ele nos faz lembrar que precisamos reconhecer nossos próprios talentos e capacidades e não depender de elogios dos outros para nos autoafirmarmos.

“Mas o vaidoso não ouviu. Os vaidosos só ouvem elogios.”

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O Bêbado O bêbado tenta escapar da realidade por meio do álcool, mas não consegue escapar da vergonha de ser como é. O seu desabafo é um alerta contra todos os vícios.

“– Por que é que bebes?

– Para esquecer.

– Esquecer o quê?

– Esquecer que eu tenho vergonha.

– Vergonha de quê?

– Vergonha de beber!”

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O Homem de negócios – O homem de negócios está tão ocupado contando o que acumulou que não pode desfrutar da vida. O pequeno príncipe nos faz ver que isso também é um vício. É preciso valorizar quem você é e não o que você tem.

“– E de que te serve possuir as estrelas?

– Serve-me para ser rico.

 –E para que te serve ser rico?

– Para comprar outras estrelas, se alguém achar.

Esse aí, disse o principezinho para si mesmo, raciocina um pouco como o bêbado.”

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O  acendedor de lampiões – Um bom homem cumpre o seu dever. Mas como ele mesmo diz, ” É possível ser fiel e preguiçoso…” O universo está em constante evolução. O homem, as crenças e as relações humanas também. Mas o acendedor de lampiões não tem o bom senso de questionar as ordens e trabalha sem parar, mesmo sabendo que não vai chegar a lugar algum.

“Aí é que está o drama! O planeta de ano em ano gira mais depressa, e o regulamento não muda!”

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O geógrafo – O geógrafo sabe toda a teoria, mas não aplica seus conhecimentos. Nunca sai da sua mesa para explorar as descobertas. Como um bom burocrata, declara que isso é trabalho de outra pessoa. É ele quem recomenda ao pequeno príncipe que visite o planeta Terra. E deixa o principezinho abalado quando lhe conta que sua flor é efêmera…

“É muito raro um oceano secar, é raro uma montanha se mover….”

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O Astrônomo – Os adultos, especialmente os sofisticados materialistas, julgam pelas aparências. Por isso, o astrônomo turco é desprezado pela comunidade científica até aparecer em elegantes roupas ocidentais.

“Mas ninguém lhe dera crédito por causa das roupas que usava. As pessoas grandes são assim.”

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O carneiro e a caixa – Nada pode corresponder ao poder da nossa imaginação. Ela supera o conhecimento, pois não tem limites, e nos impulsiona para novas descobertas.

“Desenha um carneiro para mim, por favor.” “Era assim mesmo que eu queria!”.
“Quando o mistério é muito impressionante, a gente não ousa desobedecer.”

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O Chapéu e o elefante dentro da serpente – “‘Por que é que um chapéu faria medo? ’[…] Desenhei então o interior da jiboia, para que as pessoas grandes pudessem compreender. Elas têm sempre necessidade de explicações.”

A jiboia, desenhada pelo piloto quando criança, é o ícone que nos ensina a ver além das aparências.

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As estrelas- Simbolizam o grande mistério e a imensidão do universo e, no fim da história, a solidão do narrador.

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O deserto- Simboliza a mente do narrador, a princípio dominada pelo estreito ponto de vista adulto e que vai se transformando ao longo da história através da amizade com o Pequeno Príncipe.

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Água- Representa a realização espiritual.

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Voltando à lição da raposa, ela diz: “o essencial é invisível aos olhos”. A individualidade se faz nas pequenas coisas, nos detalhes que muitas vezes são esquecidos. É através do afeto direcionado ao objeto que faz com que ele se torne diferente dos demais objetos. Um jeito de sorrir, um pequeno defeito, ou mesmo uma mania apaixonante são os reais responsáveis por que o sujeito possa ser, então, considerado único. Do contrário, sem estes atestados de afeto tão simples e quase imperceptíveis, todo o resto seria desperdiçado e o indivíduo não passaria de mais um entre muitos.

Como diz o Pequeno Príncipe, “o que torna belo o deserto é que ele esconde um poço em algum lugar”. Quando ganhamos um presente, ele carrega o sorriso de quem o deu, a expectativa no desembrulhar. Se fosse somente o presente em si, este não seria nada além de uma casca.

Poucos são os capazes de desfrutar destes pequenos detalhes, a maioria acaba acreditando que estas cascas são o conteúdo que buscam. Nunca encontrarão felicidade, viverão nessa eterna busca que não chega a lugar algum. Mas sobre isso, prefiro que o próprio Pequeno Príncipe dê seu conselho:

“_ Os homens de teu planeta cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim… e não encontram o que procuram…”

“_ E, no entanto, o que eles procuram poderia ser encontrado numa só rosa, ou num poço de água.”

“_ Mas os olhos são cegos. É preciso ver com o coração…”

“Um fugaz ato, gesto ou palavra, podem alterar por completo o nosso destino e de todos os que nos rodeiam… para o bem ou para o mal.”


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  • Jão

    Já li, o livro é lindo mesmo. Vale a pena, e é curto tbm.

  • Jão

    Apareça, povooooo

  • Que maravilhoso esse post 🙂

    O Pequeno Príncipe é um clássico encantador, ótimo para todas as idades e tem uma linda história! Lembro que foi um dos primeiros livros que li quando criança. (Junto com Onde Vivem os Monstros, que tem uma linda história também.)
    Ler livros é algo tão bom, você pode mergulha num universo repleto de histórias encantadoras. Pessoas que lê frequentemente tem uma mente-aberta, uma visão de mundo diferente e diversificado.
    Eu particularmente gostaria de ler mais, mas com essa correria do dia a dia, só tenho tempo pros livros didáticos ou do curso.

    Ótimo post!

  • Davi Allen

    Tenho que ler esse livro…

  • Magnussauro

    Eu vi o filme baseado nesse livro, é bom.

  • ❄ Olaf ❄

    Amooooo