Retrato da Morte 2º episódio – “Despertando fantasmas do passado”

Veneza – Itália

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Ana Carla Malfatti esquecera completamente do passado, suas lembranças de infância eram explicadas como pesadelos. Tudo que sabia de seu passado é que seus pais estavam mortos. Logo mais a noite seria seu aniversário de dezoito anos.

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Angelina Malfatti não ficou muito feliz quando soube que ia ganhar uma irmã. Com o passar do tempo às desavenças se tornavam cada dia piores.   Angelina sempre jogava em rosto que Ana Carla era uma adotada intrusa em sua família. Mas havia um motivo maior pelo ódio que só crescia,  Bruno Belline.

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Angelina sabia que ele só estava  noivo interessado na fortuna de Ana Carla, mesmo assim faria tudo  para afastar esta intrusa da sua vida.

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Um telefonema  estava prestes a colaborar com seus planos.

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— Sra. Léa Malfatti? Quem fala é Rasputia do Brasil, tudo numa boa?

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— Rasputia, quanto tempo! Qual o motivo da sua ligação?

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— Bem Sra. Léa o motivo da minha ligação é que   blábláblá…. blábláblá…. blábláblá….

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— Chega! Não quero ouvir mais, este assunto está enterrado para nós. Esqueça-nos!

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Mamma, chi era al telefono? Io sono nervoso, mai visto ti piace questo.

Tradução — Mamãe, quem era ao telefone? Está nervosa, nunca te vejo assim.

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– Non c’era nessuno importante Ana Carla, solo qualcuno che sostiene un diritto che non ha. Finirà per ottenere la mia figlia qui apouco gli ospiti cominciano ad arrivare per il suo compleanno.

Tradução — Não era ninguém importante Ana Carla, apenas alguém reclamando um direito que não tem.  Vai  terminar de se arrumar minha filha, daqui  apouco os convidados começam a chegar para seu aniversário.

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Léa procura Davi Allen no escritório e conta sobre a ligação recebida e comentam coisas deixadas no passado até então.

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Angelina  ouve tudo escondida atrás da porta e pensa… “O presente de Ana Carla será inesquecível…”.

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Após a festa ao abrir os presentes, Ana Carla se depara com uma surpresa, um dos presentes são vários artigos da internet relatando o Caso da Família Amaral, nas fotos reconhece  rostos que faziam parte de seus pesadelos e agora ficavam vivos na memória.

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– Come il mio regalo Ana Carla? Sempre ho detto che sei un intruso in questa famiglia, inoltre, la figlia di un assassino.

Tradução —Tradução — Gostou do meu presente Ana Carla? Sempre disse que você era uma intrusa nesta família, ainda por cima a filha de uma assassina.

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– Assolutamente no!

Tradução — Não pode ser!

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– Se non mi credete, chiedete mamma e papà.

Tradução — Se não acredita em mim, pergunte a mamãe e ao papai.

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Bruno (Buuh) ao tomar conhecimento da situação havia decide por fim ao noivado usando a família Belline  como desculpa, nunca aceitariam tal união. Após os últimos acontecimentos Ana Carla decide voltar ao Brasil em busca do seu passado. Nada mais a prendia em Veneza.

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São Paulo – Brasil

Escritório Bob Rezende

 

Em seu escritório,  Bob Rezende  recebe  Uma cliente um tanto incomum, sotaque italiano, muito nova para estar a procura de um investigador particular.

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Após uma avaliação ocular entre ambas as partes, o assunto se inicia.

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— Desculpe, acho que me enganei, vou embora!

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— Mas ainda nem falou o motivo que a trouxe aqui.

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— Indicaram-me este escritório, mas não é o que eu esperava. (Olhando em volta e reparando na pobreza que exala de toda mobília e do próprio detetive.)

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— Eu sou exatamente o que procura, o melhor!

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— Modesto não é… De qualquer forma, acho que será a única saída, outros já recusaram. Sou Ana Carla Malfatti, quero contratá-lo para provar a inocência da minha mãe.

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— Fale sobre o caso.

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— Meu nome verdadeiro é Tarsila Rosa Amaral, sou filha de Pablo van Gogh Amaral e Vitória Amaral. Minha mãe foi condenada por matar meu pai envenenado, mas sei que ela  é inocente.

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— Pablo van Gogh Amaral, acho que lembro do caso, mas estava no interior na época, na casa da minha mãe não tinha TV. Mas faz muito tempo, não?

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— Sim, este é o problema,  se passaram 13 anos e ela morreu na prisão, vários arquivos foram perdidos e nenhum investigador de renome que pegar o caso, só sobrou o senhor.

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— E porque quer reabrir o caso agora?

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— Uma carta escrita pela minha mãe,  eu acredito nela. Quero limpar sua memória e fazer justiça.

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— Aceitando  que suas teorias sejam verdadeiras, já se passaram muitos anos. Não será um caso fácil!

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— Eu posso pagar muito bem, sou rica!

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— Tudo bem, vejo que está determinada. Aceito o caso, mas devo advertir que a verdade pode não ser aquilo que espera descobrir, está ciente?

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— Sim, mas preciso saber a verdade seja qual for.

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Próximo episódio:

“Começa a caça aos fantasmas”

Mais personagens entram em cena.

Bônus : Vídeo com pontos Turísticos da Itália.

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🌹 Recado da Rosa 🌹

Amanhã  No  Se Liga no Teteu

Entrevista exclusiva  com “Matt” aquele que não fica de

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Só aqui no Recreio.